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- O deputado canadense Dean Allison lança investigação liderada por cidadãos sobre lesões causadas por vacinas, pedindo transparência e reconhecimento dos efeitos adversos. (Continua)
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Os sistemas de compensação do Reino Unido e do Canadá são alvo de críticas devido às altas taxas de rejeição e ao apoio inadequado oferecido a pessoas com lesões causadas por vacinas.
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- Uma reavaliação global das políticas adotadas durante a pandemia revela a ocultação de dados e a influência corporativa nas decisões regulatórias.
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- Os defensores exigem mudanças sistêmicas, incluindo maior remuneração e comunicação honesta dos riscos por parte dos profissionais da saúde.
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- A investigação visa colmatar as lacunas na documentação dos danos, com resultados que poderão reformular as normas de segurança das vacinas no período pós-pandemia.
Quando os canadenses começaram a relatar efeitos adversos graves das vacinas contra a COVID-19, muitos sentiram que suas vozes foram abafadas pelas narrativas oficiais. Agora, o deputado conservador Dean Allison está desafiando esse silêncio com uma investigação liderada por cidadãos sobre lesões causadas por vacinas, oferecendo uma oportunidade para que os indivíduos afetados compartilhem suas histórias. A iniciativa busca atender a uma crescente demanda por transparência nas políticas de saúde pública, que muitos argumentam terem priorizado a velocidade em detrimento da segurança.
Um apelo à compaixão
Dean Allison, um crítico ferrenho das medidas restritivas impostas durante a pandemia, apresentou a investigação como um imperativo moral. “Os canadenses merecem transparência, merecem responsabilização e, acima de tudo, merecem saber que suas experiências importam”, declarou ele em uma coletiva de imprensa. A iniciativa, denominada “Inquérito Allison”, convida pacientes, médicos e especialistas a prestarem depoimento entre 8 e 11 de setembro. Milhares de canadenses já entraram em contato com seu gabinete, muitos expressando frustração com a falta de resposta dos sistemas de apoio e com a ausência de reconhecimento de seus ferimentos.
A investigação de Allison surge na sequência de um Inquérito Nacional de Cidadãos de 2023, que concluiu que as obrigatoriedades da vacinação violaram as leis de direitos humanos e causaram danos significativos. No entanto, os críticos argumentam que esses esforços foram insuficientes. A Dra. Clare Craig, patologista diagnóstica do Reino Unido, observou que inquéritos semelhantes no Reino Unido e noutros países foram “estruturados para fazer as perguntas erradas”, focando-se em afirmar a eficácia da vacina em vez de analisar os protocolos de segurança. O relatório do inquérito do Reino Unido, por exemplo, reconheceu algumas lesões, mas afirmou que os sistemas existentes monitorizavam adequadamente a segurança — uma posição contestada por defensores como Caroline Pover, cujo livro Fallout from the Rollout documenta 238 estudos de caso rejeitados.
Falhas sistêmicas e lacunas de compensação
O Programa de Pagamento por Danos Causados por Vacinas do Reino Unido, que indeniza aqueles prejudicados por vacinas, tem sido alvo de críticas devido às suas altas taxas de rejeição e entraves burocráticos. Pover, que sofreu lesões após uma única dose da vacina AstraZeneca, descreveu a sensação de abandono: “Não me ofereceram nenhum tipo de suporte. Não me deram nenhum apoio. Simplesmente não havia nada disponível.”
No Canadá, o Programa de Assistência ao Impacto das Vacinas (VIAP, na sigla em inglês), uma versão reformulada do Programa de Apoio a Lesões Causadas por Vacinas, também enfrentou dificuldades. A Agência de Saúde Pública do Canadá (PHAC, na sigla em inglês) reconheceu pelo menos 58.000 eventos adversos relacionados a vacinas de mRNA, mas admitiu que seus dados ainda estão incompletos.
Embora a investigação canadense seja conduzida por cidadãos, os EUA seguiram um caminho diferente. As audiências do Senador Ron Johnson examinaram minuciosamente pesquisas suprimidas sobre a relação entre vacinas e câncer, bem como falhas regulatórias. O Dr. Angus Dalgleish, especialista em oncologia do Reino Unido, elogiou esses esforços como “verdadeiramente revigorantes”, mas observou suas limitações diante da influência das grandes farmacêuticas. Wayne Rohde, especialista em indenização por danos causados por vacinas, alertou que as investigações nos EUA podem carecer de independência devido ao lobby corporativo.
A investigação Allison acompanha uma tendência global de reavaliação das políticas de combate à pandemia. No Reino Unido, o Dr. Dalgleish alegou que a agência reguladora de medicamentos do país ignorou 48 mil alertas sobre lesões causadas por vacinas. Enquanto isso, o governo federal canadense teria retido dados cruciais sobre óbitos, alegando preocupações com a privacidade. Essas lacunas alimentam o ceticismo sobre se os governos estão priorizando a confiança pública em detrimento dos interesses econômicos.
Desafios na documentação de danos
Para muitos, a investigação representa uma oportunidade há muito esperada de serem ouvidos. Brianne Dressen, cofundadora da React19 e participante de um ensaio clínico que sofreu lesões devido à vacina da AstraZeneca, exemplifica a luta daqueles que buscam reconhecimento. A atuação de Pover destaca a complexidade das lesões causadas por vacinas, que frequentemente envolvem condições como miocardite ou trombose. Sem uma coleta robusta de dados e supervisão independente, esses casos correm o risco de serem descartados como ruído estatístico.
Defensores como Pover estão pressionando por mudanças sistêmicas, incluindo programas de indenização ampliados e diretrizes de diagnóstico mais claras para lesões causadas por vacinas. “Todos os produtos farmacêuticos apresentam riscos”, argumentou ela, “e queremos que os profissionais de saúde falem abertamente sobre esses riscos”. A Comissão Allison pode servir como um modelo para equilibrar as diretrizes de saúde pública com os direitos individuais, mas seu sucesso depende da transparência e da disposição de confrontar verdades incômodas.
Enquanto o Canadá se prepara para sediar audiências presenciais, os resultados da investigação podem reformular a maneira como as nações abordam a segurança das vacinas na era pós-pandemia. Com os debates globais se intensificando sobre responsabilidade e integridade de dados, as consequências vão além de casos individuais, atingindo os próprios fundamentos da confiança pública na ciência e na governança.
As fontes para este artigo incluem:
Fonte primária: https://www.naturalnews.com/2026-06-10-canada-vaccine-injured-citizens-testify.html







