

*DO RADAR – Seria o píor cenário para o Brasil num momento em que China paga a conta das maluquices de grandeza: cidades fantasmas de até 8 milhões onde não moram ninguém, modernos sistemas de trem bala e ferroviário muito acima da capacidade de passageiros, ferrovias e rodovias em excesso que não levem a lugar nenhum pois não há moradores ou poucos, crises e falências nos setores da construção civil e de automóveis elétricos. Das mais de 160 fábricas de automóveis elétricos restaram apenas menos de 20. Chineses “confiam” tanto em seu banco que preferem guardar dinheiro em casa. Dívida pública dos EUA é de cerca de 120% do PIB, sempre lembrada e criticada. Mas não falam que dívida pública e externa da China beira a 400% do PIB, fora as províncias que podem pegar dinheiro emprestado. Muitas já falidas. Para piorar, país vive uma deflação e desemprego. China gasta cerca de US$ 200 milhões/ano com jornalistas, canais de TV (que a Rede Globo que o diga), youtubers e tik tokrs para os colocar como “fodões” em tudo, enganando o mundo, em parte. Para comunistas e socialistas (um despiste do comunismo) propaganda mentirosa e na cara mole mesmo. Como país comunista, nada é confiável, seus números não são confiáveis. Nunca se pode confiar em comunistas. Muito menos nosso dinheiro e dados bancários. Conforme nos ensina a história. Só a ler.
Para executivo do Bank of China, plataforma do PIX representa oportunidade de crescimento e aproximação entre as economias de Brasília e Pequim.
O vice-presidente do Bank of China, Hsia Hua Sheng, afirmou nesta terça-feira (9) que empresas chinesas têm interesse em incorporar o PIX às suas plataformas. O anúncio ocorre em contraste as reclamações feitas pelos Estados Unidos ao sistema brasileiro público de pagamentos instantâneos.
Em entrevista ao portal Brazil Economy, Sheng citou o PIX ao comentar as disputas comerciais e destacou o interesse em ampliar parcerias ao invés de impor dificuldades. “Enquanto os EUA reclamam o PIX, os chineses querem incorporá-lo às suas plataformas”, declarou.
O executivo explicou que empresas chinesas que atuam no Brasil já vêm adaptando seus serviços para integrar o sistema. “Basta observar que grandes companhias chinesas, como AliExpress, 99, Keeta e outras, vêm se adaptando a essa realidade”, afirmou.
O vice-presidente do Bank of China também avaliou que as tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos podem abrir espaço para uma aproximação maior entre brasileiros e chineses em áreas como tecnologia, inovação e serviços. Com informações de : https://rtbrasil.com/noticias/40526-china-quer-pix-enquanto-eua-ataca/.
Fotomontagem ilustrativa de grock.