*Cedo ou tarde, a política terá de fazer um arranjo em todas essas pornografias jurídicas do STF. Mais de mil pessoas condenadas a penas longas pelo STF de forma injusta, cruél. Incluindo o presidente Jair Bolsonaro. Vergonhosamente, a imprensa deu palanque a Alexandre de Moraes porque valeu e vale de tudo para ferrar a direita e os bolsonaros. Maioria de nossos jornalistas são de esquerda militantes sem o menor constrangimento. É como nas reservas de animais selvagens, que deixam pássaros sobre seus corpos para devorar carrapatos. Um ajuda o outro. Os apoiadores da esquerda estão adorando estão adorando o que acontece nas savanas.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta nesta terça-feira (16/6), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo por ter atuado para interferir no julgamento em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi condenado por tentativa de golpe de Estado.
A maioria foi alcançada com a ministra Cármen Lúcia. Segundo a ministra, Eduardo “em numerosas situações, devidamente mostradas nos autos, manifestou, comprovou e deixou registrado em imagens, em falas, que ele estava atuando no sentindo de impedir aquele julgamento”.
Ela completou: “Coação no curso no processo é extamente esse fenômeno. Se busca incutir algum tipo de temor”.
Em seu voto, o ministro relator do caso, Alexandre de Moraes, refutou as alegações da DPU de que Eduardo não teria conhecimento do processo. Moraes também afirmou que “não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby contra o país”. “não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby contra o país”.
O julgamento começou com a posição da Procuradoria-Geral da República (PGR) que, por meio do subprocurador-geral da República, Antônio Edílio Magalhães Teixeira, pediu a condenação de Eduardo Bolsonaro por coação e atuação nos EUA.
A Defensoria Pública da União (DPU), por sua vez, alegou supostas nulidades processuais. Como Eduardo Bolsonaro não constituiu advogado nos autos, sua defesa é realizada pela DPU.
Na sequência, Moraes apresentou seu voto. Ele foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin, Cámen Lúcia e Flávio Dino.
Moraes apresentou vídeos postados por Eduardo nas redes sociais para refutar as alegações da DPU de que Eduardo não teria conhecimento do processo. Segundo ele, “não há dúvida do total conhecimento da ação, só do total desconhecimento do Direito Penal”.
Ele prosseguiu: “O réu faz questão de se evadir da Justiça. O próprio réu diz que não voltaria ao Brasil com medo de ter por parte desse STF uma cautelar apreendendo seu passaporte e ele não pudesse se avadir de novo”. Foto: Framer de tela . Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/manoela-alcantara/stf-julgamento-eduardo-bolsonaro