A indicação de um novo embaixador dos EUA sem consulta formal prévia ao governo brasileiro causou incômodo no Itamaraty e pode levar a um novo atrito entre Brasil e Estados Unidos.
Na formalidade diplomática, os governos costumam fazem uma consulta formal e confidencial sobre o nome que desejam indicar para comandar a embaixada – o chamado “agrément” – para só depois anunciarem o escolhido para ocupar o cargo de embaixador.
Daniel Perez, o escolhido pelo governo de Donald Trump para ser embaixador do país no Brasil é um parlamentar da Flórida. Ele é filho de cubanos e foi indicado pelo Departamento de Estado, responsável pelas relações exteriores dos Estados Unidos.
Com mais de 20 anos no poder, governos petistas nada fizeram de verdade para combater o narcotrático. Ao contrário, só piorou cenário que inferniza milhões de brasileiros. Como o Brasil pouco fez, a maior potência do planeta vai tentar colocar um pouco de ordem em nossa bagunçada e perdida casa com seu aparato tecnológico e de investigação.
Seu nome foi enviado ao Senado norte-americano para aprovação. Os EUA estão sem embaixador no Brasil desde janeiro de 2025.
O blog apurou com integrantes do Itamaraty e do Planalto que a falta do “agrément” foi lida como um desrespeito por parte da diplomacia brasileira e acaba por reforçar a ideia de que o Departamento de Estado dos EUA é um núcleo do governo Trump que se movimenta contra o governo Lula.
Apesar do incômodo com a falta de consulta prévia, interlocutores da área diplomática do governo brasileiro não acreditam que a indicação de Daniel Pérez como novo Embaixador será avaliada no Brasil por critérios ideológico Foto: Chatgpt. Fonte: G1.







