EXEMPLO PARA O BRASIL - A nova política externa de Bogotá a aproxima de Trump e de Israel DEPOIS DE DESASTROSO GOVERNO MARXISTA
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EXEMPLO PARA O BRASIL – A nova política externa de Bogotá a aproxima de Trump e de Israel DEPOIS DE DESASTROSO GOVERNO MARXISTA

 

 

 

 

 

 

*Não demora, esquerdistas começam a soltar bombas pelas cidades colombianas para atrapalhar novo governo. No Brasil, Jair Bolsonaro enfrentou durante 4 anos a união da esquerda mais o STF que fizeram de tudo para atrapalharem sua gestão. Era umas 48h ou 72 horas para governo se explicar que ficou vergonhoso. Nossa mais Alta Corte de Justiça, antes respeitada pelos brasileiros, perdeu sua credibilidade perante maioria da população. Para piorar, plantaram um falso golpe que não obedeceu a Consituição condenando mais de mil pessoas. Cedo ou tarde, a política terá de se desfazer dessa pornografia jurídica encabeçada pelo ministro Alexandre.

 

Apenas alguns dias após assumir o cargo, o presidente colombiano Abelardo de la Espriella e seu ministro das Relações Exteriores anunciaram duas importantes decisões diplomáticas: a Colômbia reconheceu a soberania marroquina sobre o Saara Ocidental e tornou-se o segundo país do mundo, depois dos Estados Unidos, a reconhecer a soberania israelense sobre as Colinas de Golã.

Essas medidas representam uma ruptura drástica com a política externa do ex-presidente Gustavo Petro, que fortaleceu os laços com a República Árabe Saaraui Democrática e adotou uma posição fortemente crítica em relação a Israel.

Mas a Colômbia não está simplesmente rompendo com Petro. Uma questão maior está surgindo:

A Colômbia está a seguir uma política externa independente ou a aproximar-se cada vez mais da órbita geopolítica do Presidente Donald Trump e dos seus principais aliados?

Petro rompeu relações diplomáticas com Israel em maio de 2024 e estabeleceu uma embaixada colombiana em Ramallah. De la Espriella, por outro lado, prometeu restaurar a aliança histórica da Colômbia com Israel.

Agora Bogotá foi consideravelmente mais longe.

Em 10 de agosto, o governo colombiano anunciou o reconhecimento da soberania israelense sobre as Colinas de Golã, argumentando que o território é estrategicamente importante para a defesa de Israel e para a segurança regional.

Israel saudou a decisão. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu agradeceu publicamente à Colômbia, enquanto o ministro das Relações Exteriores israelense, Gideon Sa’ar, classificou o reconhecimento como “histórico”.

As Colinas de Golã: Uma Grande Disputa Internacional

As Colinas de Golã não são uma disputa territorial comum.

Israel capturou o território da Síria durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, e estendeu sua lei e administração para lá em 1981. O Conselho de Segurança da ONU, posteriormente, adotou a Resolução 497, declarando a decisão de Israel de impor suas leis e administração ao território juridicamente inválida sob o direito internacional.

Então veio Donald Trump.

Em 2019, durante seu primeiro mandato como presidente, Trump reconheceu formalmente a soberania israelense sobre as Colinas de Golã. Os Estados Unidos foram praticamente o único país a fazê-lo.

Agora a Colômbia se uniu a Washington.

Os defensores argumentam que Israel precisa de fronteiras defensáveis ​​e que as Colinas de Golã oferecem uma posição estratégica crucial contra ameaças da Síria e de outros atores regionais.

Fonte: https://gatewayhispanic.com/2026/08/colombia-first-bogotas-new-foreign-policy-brings-it/

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