ENDOIDOU? - Lula critica EUA sobre Sadam, Venezuela e Irã, países governados por ditaduras que mataram seu próprio povo - PODE-SE CRIAR NARRATIVAS, MAS NÃO SE PODE MUDAR A HISTÓRIA - SÓ SADAN, MATOU PERTO DE UM MILHÃO DE PESSOAS DO IRAQUE
HOSPÍCIO BRASIL

ENDOIDOU? – Lula critica EUA na ONU sobre Saddam Huseim, Venezuela e Irã, países governados por ditaduras que mataram seu próprio povo – PODE-SE CRIAR NARRATIVAS, MAS NÃO SE PODE MUDAR A HISTÓRIA – SÓ SADDAN, MATOU PERTO DE UM MILHÃO DE IRAQUIANOS, FORA OS TORTURADOS COM MUITO SANGUE E DOR

 

 

 

 

 

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva evocou o caso de Saddam Hussein durante declarações em Nova York, por ocasião da Assembleia Geral da ONU em setembro de 2026, para criticar as intervenções militares e a política externa dos Estados Unidos. 
    • Crítica às intervenções e a Saddam Hussein: Em entrevista à imprensa internacional (como a CNN), Lula questionou a validade das justificativas usadas em guerras passadas e atuais, citando a invasão do Iraque. Ele declarou: “Mataram o Saddam Hussein e até agora não acharam arma química. Até quando o mundo vai ficar subordinado a mentiras?” 
  • Paralelo com a Venezuela: O presidente utilizou o argumento para condenar a operação dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro, apontando que ações unilaterais violam a soberania das nações e criam precedentes perigosos para a segurança internacional. 

  • Questionamento sobre o Irã: Na mesma linha, Lula cobrou explicações sobre os pretextos de conflitos recentes e questionou a narrativa de Washington em relação a arsenais nucleares e hostilidades no Oriente Médio. 
  • VEJA, VENEZUELA:
    Dados de Órgãos Internacionais e ONGs
    • Missão da ONU: O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou o regime de Maduro de cometer crimes contra a humanidade, documentando centenas de execuções extrajudiciais, casos de tortura e dezenas de mortes decorrentes da repressão a manifestações políticas em diferentes ondas de protestos (como em 2014, 2017, 2019 e no período pós-eleitoral de 2024). 

    • Ações Policiais e Forças Especiais: Organizações locais como a PROVEA e o Observatório Venezuelano de Violência registraram milhares de mortes atribuídas a forças de segurança do Estado (como a extinta FAES) sob a justificativa de “resistência à autoridade”, que ONGs denunciam como execuções sumárias. 

    • Contexto Geral de Violência: Relatórios independentes também apontam que o colapso institucional e socioeconômico sob o governo de Maduro impulsionou índices altíssimos de criminalidade e violência letal no país, somando dezenas de milhares de homicídios gerais no período. 
    • IRÃ, GRANDE  financiador de Hemas e Hezbollah que destruíram Gaza e o Líbano – Sua capital era conhecida antes do Hamas como “A París do Oriente”
      As estimativas sobre o número total de mortos pelo regime do Irã variam muito dependendo do período histórico e do evento de repressão analisado, sem um valor único e oficial consolidado para toda a história da República Islâmica desde 1979.
      Protestos Recentes (2025–2026)
      • Dados do governo: O governo iraniano admitiu cerca de 3.117 mortes durante os confrontos e ondas de protestos recentes no país.

      • Estimativas de ativistas e ONGs: Organizações internacionais e centros de direitos humanos apontam números bem mais altos, variando de 6,2 mil a mais de 43.000 mortes em meio à forte repressão estatal e apagões de informação. 
      • SADDAN HUSSEIM
        Estima-se que o regime de Saddam Hussein tenha causado a morte de mais de 250 mil a mais de 1 milhão de pessoas, considerando execuções políticas, massacres étnicos, repressão interna e as guerras que promoveu. 
        Como não existe um número único e definitivo, os dados variam conforme o escopo dos conflitos e perseguições contabilizados:
        Principais Fatores e Estimativas

        • Vítimas de repressão interna e genocídios: Organizações de direitos humanos estimam que centenas de milhares de opositores políticos, xiitas e curdos foram executados ou desapareceram. Somente na Operação Anfal (1988), campanha de extermínio contra os curdos que incluiu ataques químicos como o de Halabja, cerca de 100 mil curdos foram mortos. 

        • Guerras de agressão: O número total aumenta drasticamente quando se somam as baixas das grandes guerras iniciadas pelo ditador:
            • Guerra Irã-Iraque (1980–1988): Causou centenas de milhares de mortes em ambos os lados.
            • Guerra do Golfo (1990–1991): Conflito gerado após a invasão do Kuwait pelo Iraque. [1]

        • Desaparecidos e refugiados: Durante os anos de ditadura (1979–2003), centenas de milhares de pessoas desapareceram em prisões como a de  Ghraib, e milhões de iraquianos foram forçados ao exílio.   Fonte e foto: CHatGpt

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