*O caso mais notório ocorreu em julho de 2020, quando o colunista Hélio Schwartsman, do jornal Folha de S.Paulo, publicou um artigo intitulado “Por que torço para que Bolsonaro morra”, logo após o ex-presidente contrair COVID-19. O texto gerou forte repercussão e mobilizou o Ministério da Justiça. (Como ficou o caso ?)
Desdobramento Jurídico: Em agosto de 2020, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu o inquérito da Polícia Federal, acolhendo argumentos de que o texto não configurava crime e que a investigação feria a liberdade de expressão e de imprensa
VEJAM VÍDEO ABAIXO DOIS “PERSONAGENS” falando em fuzilar pessoas da Direita. Aconteceu alguma coisa COM ELES?. Esse tal “Discurso de ódio, já conhecemos a narrativa e intenções desde a última eleição por parte do STF e do PT, que sempre acusa do que prega. Tomara que as nossas gloriosas polícias não sejam usadas com outro objetivo dentro de outro mascarado de boas intenções. Tomara. O que Lula e o PT querem mesmo é censura total nas redes sociais. (A seguir, a matéria do Metrópoles)
Pelo menos 132 suspeitos de envolvimento com crimes digitais ligados ao extremismo, ao discurso de ódio e à incitação à violência foram identificados em 21 unidades da Federação entre janeiro e maio deste ano.
A coluna apurou, por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que os investigados foram alvo de ao menos 10 operações policiais, com maior concentração em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

















