Nobel Peace Prize for Donald Trump and Benjamin Netanyahu
Polícia

O VERDADEIRO “O CARA” – País da América Latina apresenta queda de 99% nos homicídios e praticamente erradica o crime em 2025 – UM DOS PAÍSES MAIS POBRES DO MUNDO

 

 

 

 

  • Nobel Peace Prize for Donald Trump and Benjamin Netanyahu

 

  • Resumo:
A Mara Salvatrucha (MS-13) surgiu em Los Angeles, Califórnia, nos anos 1980, criada por imigrantes salvadorenhos. Originalmente formada para proteger salvadorenhos de outras gangues locais, evoluiu de uma “gangue de rua” para uma organização criminosa transnacional, conhecida pela extrema violência, assassinatos, extorsão e tráfico.
Origens e Evolução:
    • *Todas as pixações com a marca dos Mara 13 foram apagadas em todo o país a mando do presidente de Verdade
    • Fundação (Anos 80): Imigrantes fugindo da guerra civil de El Salvador estabeleceram-se em Los Angeles. Criaram o grupo para defesa própria.
    • Nome: “Mara” significa gangue, e “Salvatrucha” combina El Salvador com “trucha” (alerta/esperto). O “13” refere-se a afinidades com o número 13 ou, segundo algumas fontes, a 13ª letra do alfabeto, associando-se historicamente a gangues da Califórnia do Sul.
    • Cultura Inicial: Relatos indicam uma fase inicial com influências de bandas de heavy metal.
    • Expansão e Deportação: Nos anos 90, a deportação de membros criminosos dos EUA para a América Central ajudou a espalhar a gangue para El Salvador, Honduras e Guatemala, fortalecendo sua estrutura. [1

Atuação e Características:
    • Extrema Violência: A gangue ganhou fama por assassinatos brutais e uso de armas brancas.
    • Organização: Atua como um exército de rua, com alta capacidade de extorsão e tráfico de drogas e pessoas.
    • Símbolos: Identificada por tatuagens extensas no corpo e rosto, que representam lealdade e crimes cometidos.
    • Conflito: É rival histórica da gangue Barrio 18. 

Situação Atual:
A MS-13 transformou El Salvador, Honduras e Guatemala em áreas de alto risco, sendo considerada uma das facções mais perigosas do mundo. Ações de segurança, incluindo deportações e prisões, tentaram conter a gangue, que mantém forte presença também nos EUA

Política implacável de Nayib Bukele em El Salvador prende 80 mil e corta homicídios de milhares para 114 em 2024, mas gera críticas por abusos. 

Desde 2022, o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, adotou uma política de segurança pública que transformou o panorama da violência no país.

 

Bukele: um presidente de Verdade e exemplo para os péssimos governantes da América Latina, região das mais violentas do mundo por falta de governantes comprometidos com o seu povo.

 

Com mais de 80 mil prisões sob um regime de exceção, a estratégia focada em eliminar a violência das ruas resultou em uma queda histórica nos homicídios: de milhares por ano para apenas 114 em 2024, conforme dados oficiais do governo salvadorenho.
A megacárcere Cecot, projetada para confinar 40 mil detentos, é o símbolo dessa abordagem.

Estratégia de Nayib Bukele

A política de Bukele começou após uma onda de violência em março de 2022, quando 87 pessoas foram mortas em três dias.

O presidente declarou um estado de emergência, suspendendo direitos constitucionais como o acesso imediato a advogados e justificativas formais para detenções. Ele afirmou:

“Vamos limpar nosso país de criminosos, nem que seja um por um.”

A megacárcere Cecot foi inaugurada em 2023 e abriga milhares de detentos, muitos ligados às gangues MS-13 e Barrio 18. 

 

O governo celebra uma redução de 70% na criminalidade, com Bukele projetando uma taxa de 1,8 homicídios por 100 mil habitantes até o fim de 2024, a mais baixa do hemisfério ocidental.

Em contraste, o Brasil registra 70% de reincidência entre ex-presidiários, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), priorizando a ressocialização sobre a punição severa.

 

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Controvérsias internacionais sobre El Salvador

 *Dia a dia nas prisões: antes, infernizavam a vida da população. Qualquer coisas, era morte na certa. Presidente colocou ordem na casa. Exemplo para o Brasil.

 

A abordagem de Bukele não escapa de controvérsias. A Human Rights Watch denuncia prisões arbitrárias, superlotação e condições desumanas na Cecot, onde o presidente afirmou que os detentos “não verão um raio de sol”.

Relatos apontam mortes em custódia e torturas, com a organização acusando o governo de violar direitos básicos. Bukele rebate as críticas priorizando a segurança da população: “Os direitos humanos dos trabalhadores honestos vêm primeiro.”

 

 Goste ou não dele, com erros e acertos, Trump também é um presidente de verdade, que ama o seu país.

 

Enquanto movimentos progressistas e entidades internacionais condenam a política como autoritária, o governo salvadorenho defende que a mão dura acabou com o domínio das gangues, antes responsáveis por extorsões e assassinatos em massa.

Dados oficiais mostram que El Salvador, outrora conhecido como a “capital mundial do homicídio”, agora atrai elogios de líderes regionais e até do governo Trump, que firmou acordos para enviar criminosos aos presídios salvadorenhos.

 

 Com um dos melhores serviços de Inteligência do mundo, os Estados Unidos quer ajudar o nossa lascado Brasil, mas Lula não quer. Porque?. Veio com lorota de soberania. Qual soberania temos se quando saímos a noite nem sabemos se voltaremos para casa vivos de tanto que a bandidagem tomou conta do país. Nossas “autoridades” que poderiam mudar o quadro, andam de seguranças e carros blindados pagos por nós. A violência não chega até eles e seus familiares.

 

 

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Fontes: https://www.brasilparalelo.com.br/noticias/politica-de-bukele-reduz-homicidios-em-el-salvador-e-soma-80-mil-presos

e chatGpt.

Vídeo: X.

Fotos: Reprodução O Globo 

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