SAÚDE

VÍDEOS NÃO PARA SENSÍVEIS URGENTE – Linhares confirma segundo caso de coronavirus, que surgiu na China e essa desgraça espalhou mundo a fora; no ES já são agora 16 casos e aumenta números de suspeitos; aumenta número de mortos e suspeitos no Brasil; mundo a beira do crash de 1929 e principais notícias do Brasil e do Mundo hoje (21)

O prefeito de Linhares, no Norte Capixaba, Guerino Zanon, confirmou, no início da noite desta sexta-feira (20), o segundo caso de paciente com coronavírus no município. (Continua).

   A identidade da vítima foi preservada, mas Zanon informou que se trata de um morador da cidade que fez uma viagem ao Rio de Janeiro e, ao retornar a Linhares, apresentou os sintomas, buscou atendimento e já está em isolamento. Ele permanece dentro de casa, sendo monitorado pelas equipes de saúde da Vigilância Epidemiológica. (Continua).

   O anúncio desse caso foi feito após a divulgação do boletim do governo do Estado nesta sexta, que aponta 16 casos confirmados no Espírito Santo. Contando com o seguindo caso em Linhares, esse número subiria para 17.

 SEM CONTROLE

O Ministério da Saúde declarou estado de transmissão comunitária do novo coronavírus em todo o Brasil. A ação tem a intenção de unificar ações em todos os Estados e tornar mais restritivas as medidas de contenção da covid-19, como a limitação da circulação de pessoas acima de 60 anos. (Continua).

  Os Estados que já registraram a transmissão comunitária, também conhecida como sustentada, são Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo.

AUMENTO

O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (20) que o número de casos confirmados do novo coronavírus subiu para 904. São 11 mortes em decorrência da doença; na quinta-feira (19), eram 7.

Do total de mortos, 9 estão em São Paulo e 2 no Rio de Janeiro. Eles correspondem a 1,2% dos casos totais . A maior parcela de registros está em São Paulo, com 396 casos confirmados.

FORA DE CONTROLE

Observatório com físicos da USP, Unicamp, Unesp, UnB, UFABC, Berkley (EUA) e Oldenburg (Alemanha) mostra que número de infectados, considerando dados desta quinta-feira (19), vem dobrando a cada 54 horas. Total deve passar de 3 mil já na terça-feira (24).

O ritmo da disseminação do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil é, hoje, igual ao da Itália semanas atrás – e ele está acelerando.

Segundo um estudo conduzido pelo Observatório Covid-19 BR, que analisa os números da pandemia no país e do qual fazem parte por sete universidades, o número de casos deve passar de 3 mil já na terça-feira (24). A tendência é que ele dobre a cada 54 horas e 43 minutos.

Participam da pesquisa físicos da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade de Berkley (nos Estados Unidos) e Universidade de Oldenburg (na Alemanha).

“Nossos cálculos corroboram a ideia que o início da curva epidêmica brasileira é igual às da Itália e da Espanha — quando estes países estavam no início [da epidemia]”, afirmou ao G1 o professor Roberto Kraenkel, do Instituto de Física Teórica da Unesp.

O balanço divulgado quinta-feira (19) do Ministério da Saúde apontou 621 casos da Covid-19 no Brasil – sete pessoas já morreram.

No mundo todo, a Itália é o país com maior número de vítimas – nesta sexta-feira (20), o país europeu ultrapassou a marca de 4 mil mortos – o total de casos registrados ultrapassa 47 mil.

Um levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins divulgado nesta sexta mostrou que há ao menos 10.031 mortos por complicações da Covid-19 no mundo. Há mais de 245 mil infectados.

EUA AUMENTA DESEMPREGO E O MUNDO A BEIRA DO CRASH DE 1929

O desemprego disparou nos EUA, a maior economia do mundo e segundo principal parceiro comercial do Brasil depois da China, elevando o temor de uma recessão mundial.

Milhares de pessoas foram demitidas em uma semana nos EUA devido às medidas drásticas tomadas para lutar contra o novo coronavírus, um argumento que o governo de Donald Trump usará para levar o Congresso a aprovar um pacote de reativação econômica de US$ 1,3 trilhão.

Enquanto as negociações continuavam ontem nos bastidores, o Departamento do Trabalho dos EUA divulgava estatísticas preocupantes.

Os pedidos semanais de seguro-desemprego aumentaram fortemente (+70 mil) em consequência do impacto econômico da pandemia, para 281 mil novos pedidos, em dados corrigidos na semana que terminou em 14 de março. Trata-se do nível mais alto desde setembro de 2017, superando as previsões dos analistas.

O aumento “é claramente atribuível aos impactos” do coronavírus, destacou o Departamento, assinalando que, em vários estados, houve um aumento das demissões ligadas à pandemia, principalmente nos setores de hotelaria, restaurantes e transporte.

Medidas como o fechamento de bares e restaurantes e o cancelamento de voos, eventos e viagens para conter a expansão da doença levaram muitos setores a uma queda da atividade.

Nos EUA, muitos empregos do setor de serviços são precários, remunerados por dia ou semana. Quando a conjuntura piora, eles são as primeiras vítimas, uma vez que não existe uma rede de seguro social, como na Europa ou em países latinos. Em alguns estados, como Nova York, Oregon e Nova Jersey, houve um fluxo tão grande de pessoas pedindo subsídios pela internet, que os sistemas ficaram bloqueados.

Michelle Myer, economista-chefe do Bank of America, enviou uma carta aos clientes da instituição para informá-los de que a economia americana está em recessão. “Empregos serão perdidos, a riqueza será destruída, a confiança irá se esvair”, advertiu. “O declive será importante, mas acreditamos que terá curta duração”.

Desemprego de 20%

Os EUA tinham um índice de desemprego de 3,5% em fevereiro, o menor em cinco anos, e a previsão de crescimento econômico era de mais de 2%, acima da Europa. O governo trabalha agora até com a possibilidade de uma taxa de desemprego de 20%.

O secretário americano do Tesouro, Steven Mnuchin, alertou aos senadores republicanos que se chegará a essa taxa – o dobro do pico máximo de 10% durante a recessão em 2008 -, caso não seja adotado um pacote de estímulo econômico de US$ 1,3 bilhão para suavizar o impacto do vírus.

O segundo trimestre “poderá registrar a pior redução na atividade econômica de todos os tempos”, afirma Gregory Daco, da Oxford Economics.

“Não me surpreenderia ver a taxa de desemprego superar os 10% em abril”, disse o especialista, já que 20% do emprego se concentra no setor de serviços, do lazer e da hotelaria, castigados pela pandemia.

Mundo

A pandemia de coronavírus aumentará significativamente o desemprego global e poderá deixar sem trabalho 25 milhões de pessoas, afirmou uma organização da ONU, prevendo que os trabalhadores poderão perder até US$ 3,4 trilhões em renda em 2020.

“A crise econômica e trabalhista criada pela pandemia de Covid-19 poderia aumentar o desemprego global em quase 25 milhões”, previu a Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Isso não é mais só uma crise global de saúde, é também uma grande crise econômica e trabalhista que está causando um enorme impacto nas pessoas”, afirmou o diretor da OIT, Guy Ryder.

  No Brasil, montadoras e fábricas parando suas produções, e outras  fechando suas atividades. Aeroportos vazios, companhias aéreas falidas ou perto disso. Setores  de transporte marítimos e rodoviários, hoteleiro, turismo e etc.. em todo o planeta a beira da bancarrota, e bolsas despencando todos os dias que causram  trilhões de dólares a investidores. Onde acham que tudo isso vai parar?.

Fontes: A Tribuna (ES), Diário do Nordeste e G1. Foto: Internet. Vídeos e texto baseados na Liberdade de Expressão da Constituição Brasileira.

 

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