- “PETROLÃO”, não pode ser esquecido nessa eleição.
- R$ 25 bilhões em acordos firmados: Este é o montante total global que os réus e as empreiteiras fecharam em compromissos de devolução com o Ministério Público Federal (MPF). Desse total, mais de R$ 6,2 bilhões retornaram diretamente para o caixa da Petrobras, que era a principal estatal lesada pelo esquema de corrupção.
- Acordos no STF: Em âmbito específico do Supremo Tribunal Federal (STF), o painel de execução da Corte aponta que as multas e perdimentos de bens somam R$ 3,9 bilhões, com mais de R$ 2,9 bilhões já efetivamente recolhidos.
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Origem das Maiores DevoluçõesOs repasses bilionários vieram de duas frentes principais:
- Pessoas Jurídicas (Acordos de Leniência): Grandes empreiteiras envolvidas no cartel (como a ex-Odebrecht/Novonor, Braskem, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa) aceitaram pagar multas pesadas em parcelas de longo prazo.
- Pessoas Físicas (Delações Premiadas): Ex-diretores e ex-gerentes da estatal (como Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco), além de lobistas e operadores financeiros, devolveram centenas de milhões de reais mantidos ilegalmente em contas secretas no exterior.
Nota: Nos últimos anos, parte desses acordos de leniência e penalidades passou por questionamentos judiciais, renegociações de valores ou suspensões de multas por determinação de ministros do STF. (ChatGpt).
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela Presidência entre os eleitores do Distrito Federal, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (3). No primeiro turno, Flávio registra 42,4% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 36,8%. A diferença é de 5,6 pontos percentuais.
Na sequência aparece Augusto Cury (Avante), com 9,3%, e Renan Santos (Missão), com 5,5%. Ronaldo Caiado (PSD) soma 2,6%, Samara Mineiro (UP) tem 1,6% e Romeu Zema (Novo), 0,5%. Hertz Dias (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO) não pontuaram. Brancos e nulos representam 0,5%, enquanto 0,7% dos entrevistados não souberam responder.
O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Flávio. Nesse caso, o senador aparece com 47,4%, contra 42,5% do presidente. A diferença de 4,9 pontos fica dentro da margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa testou ainda outros três cenários. Contra Ronaldo Caiado, Lula registra 39,9%, enquanto o governador de Goiás aparece com 45%. Em uma disputa com Romeu Zema, Lula tem 40,9% e o governador de Minas Gerais, 42,3%. Já diante de Renan Santos, o presidente marca 40,6%, contra 24,7% do candidato do Missão. Nesse último caso, o percentual de brancos, nulos e eleitores que não souberam responder chega a 34,7%.
O levantamento foi realizado entre 27 de agosto e 1º de setembro, com 1.193 eleitores do Distrito Federal entrevistados pela internet. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-02018/2026. *Com informações da Carta Capital.








