MUDANÇAS À VISTA? - Em meio à crise no STF, parlamentares articulam proposta de reforma do Judiciário; MUDANÇAS DEVERIAM OCORRER EM TODOS OS TRIBUNAIS,COMO O DE CONTAS, POR EXEMPLO)
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MUDANÇAS À VISTA? – Em meio à crise no STF, parlamentares articulam proposta de reforma do Judiciário; MUDANÇAS DEVERIAM OCORRER EM TODOS OS TRIBUNAIS,COMO O DE CONTAS, POR EXEMPLO) – VEJA QUAIS PRESIDENTES ESCOLHERAM ATUAIS MEMBROS DO STF

 

 

 

 

 

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Os cargos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) são vitalícios até a aposentadoria compulsória aos 75 anos de idade.
Como funciona a vitaliciedade
  • Os ministros permanecem no cargo até completarem 75 anos, quando a aposentadoria se torna obrigatória.
  • Eles também podem deixar a Corte por renúncia, morte ou processo de impeachment no Senado.
  • Não há mandatos com tempo fixo de duração em anos (como 4 ou 8 anos). 

Quem indicou os atuais ministros do STF
O preenchimento das vagas é feito pelo Presidente da República, com aprovação prévia da maioria absoluta do Senado Federal após sabatina. Veja quem indicou cada um dos ministros que integram atualmente a Corte: [1, 2]Luiz Inácio Lula da Silva 
    • Cármen Lúcia
    • Dias Toffoli
    • Cristiano Zanin
    • Flávio Dino 

  • Dilma Rousseff (2 indicações):
      • Luiz Fux
      • Edson Fachin 

  • Jair Bolsonaro (2 indicações):
      • Nunes Marques
      • André Mendonça 

  • Fernando Henrique Cardoso (1 indicação):
      • Gilmar Mendes 

  • Michel Temer (1 indicação):
    • Alexandre de Moraes 
  • Os membros dos Tribunais de Contas no Brasil (Ministros no Tribunal de Contas da União – TCU e Conselheiros nos Tribunais de Contas dos Estados e Municípios) não possuem mandato com prazo fixo (como 4 ou 8 anos). 
    Eles exercem seus cargos com a garantia constitucional da vitaliciedade
    Como funciona a permanência no cargo
    • Vitaliciedade: Uma vez nomeados, os membros podem permanecer no cargo de forma vitalícia. Eles só perdem a função em casos específicos, como por meio de sentença judicial transitada em julgado, processo administrativo disciplinar regular ou pedido de renúncia. 
    • Aposentadoria Compulsória: Embora o cargo seja vitalício, há um limite de idade para a permanência na função. Pelas regras constitucionais vigentes, os ministros e conselheiros devem se aposentar compulsoriamente ao atingirem 75 anos de idade. 
    • Garantias da Magistratura: A Constituição Federal determina que os membros dos Tribunais de Contas possuem as mesmas prerrogativas, impedimentos, garantias e regras de vencimento dos magistrados (ministros do Superior Tribunal de Justiça no caso do TCU, e desembargadores de Tribunal de Justiça no caso dos estados). (ChatGpt). 

Em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF), parlamentares articulam no Congresso Nacional propostas para uma reforma do poder Judiciário. Ao menos 30 iniciativas sobre o tema tramitam nas duas casas.

A maior parte delas está concentrada em mudanças relacionadas ao STF, como a criação de mandatos para ministros, alterações no sistema de indicação e novos critérios para ocupar uma vaga na Corte.

Na semana passada, o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), apresentou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê, entre outras medidas, mandato de dez anos e idade mínima de 50 anos para ministros da Corte.

O texto prevê mandato único e improrrogável de até dez anos para ministros e conselheiros de tribunais superiores, como o STF, e cortes de contas. O mandato começa na posse e termina no décimo aniversário da posse ou quando o magistrado completar 75 anos.

Além disso, estabelece a idade mínima de 50 anos e máxima de 70 anos para futuras nomeações nas Cortes superiores.

Nos próximos quatro anos, três ministros do Supremo Tribunal Federal irão atingir a idade de aposentadoria compulsória, são eles: Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. Além dessas três vagas, há o posto aberto em decorrência da aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

Com isso, o próximo presidente poderá escolher até quatro ministros no Supremo.

Na última semana, o deputado Danilo Forte (PP-CE) também apresentou uma proposta sobre o tema. Entre as principais mudanças estão a criação de mandato de oito anos para novos ministros do STF, a divisão das indicações à Corte entre Executivo, Legislativo e Judiciário e a adoção de novas regras de conduta e responsabilização para magistrados.

A PEC pretende tornar a indicação de ministros rotativa pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

A proposta também busca ampliar transparência da magistratura e estabelecer novos mecanismos de responsabilização. O texto também restringe decisões monocráticas.

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