JORNALISTA DO METRÓPOLES diz que "Imprensa deveria fazer mea-culpa do apoio ao inquérito do fim do mundo" - FOI A IMPRENSA MILITANTE DE ESQUERDA QUE INFLAMOU EGO DE MORAES , VALIA DE TUDO PARA DERRUBAR BOLSONARO
HOSPÍCIO

JORNALISTA DO METRÓPOLES diz que “Imprensa deveria fazer mea-culpa do apoio ao inquérito do fim do mundo” – FOI A IMPRENSA MILITANTE DE ESQUERDA QUE INFLAMOU EGO DE MORAES E FEZ COM QUE MUITOS ACREDITEM QUE OCORREU MESMO UMA TENTATIVA DE GOLPE

 

 

 

 

 

 Em sua coluna no Metrópoles, o jornalista Mário Sabino, disse que “Quando ataca Alexandre de Moraes, a imprensa ainda insiste em não reconhecer o erro de ter apoiado a abertura do inquérito famigerado”. Imprensa aunda insiste em usar os termos “ataque” no lugar de crítica e “Trama golpista” para tentativa de golpe imposta. Muitos brasileiros acreditam mesmo que ocorreu uma tentativa de golpe no Brasil e não um processo todo arbitrário que condenou inocentes. STF condenou porque quiz condenar. Moares é vítima da esquerda militante que inundou nos maiores jornais e de seu ego. Um sério juiz ba Primeira Estância, como todos os processos deveriam ter sido encaminhados, derrubaria tudo por falta de provas robustas. De cinco ministro julgadores um ex-advogado do PT, um ex-ministro de Lula e um ex-advogado de Lula. Pode, Arnaldo???????

 Diz ele, ainda: “Para alcançar Luis Pablo, Alexandre de Moraes enfiou o jornalista no inquérito das fake news, aquele aberto para acabar somente no fim do mundo”

“Quando atacam o autoritarismo rampante do ministro, os jornalões teriam de se haver com o pecado original do seu apoio à abertura do inquérito, aberto de ofício no longínquo 2019, a pretexto de combater as ameaças do bolsonarismo ao STF e à democracia.”

” Munido do tacape do inquérito, Alexandre de Moraes não demorou a mostrar o verdadeiro intento do procedimento: amordaçar quem ousasse criticar ministros do Supremo ou revelar aspectos desabonadores da conduta deles.”

“Apenas um mês após a abertura do inquérito, a revista Crusoé, do qual eu era publisher, foi censurada por Alexandre de Moraes por ter publicado reportagem que revelou que o ministro Dias Toffoli era citado em um email de Marcelo Odebrecht como “o amigo do amigo de meu pai”, em referência a Lula e Emílio Odebrecht. O mesmo Dias Toffoli, então presidente do STF, que tirou o inquérito da cartola e escolheu o colega para ser o relator de maneira discricionária.”

O email em questão constava do processo da Lava Jato contra Marcelo Odebrecht, mas ainda assim Alexandre de Moraes censurou a revista, como se tivéssemos publicado fake news, e exigiu que eu prestasse depoimento na Superintendência da PF em São Paulo, o que julgo ser um dos episódios mais vergonhosos da democracia brasileira.

Os jornalões uniram-se para defender a Crusoé e fustigar o ministro, mas ainda assim não perceberam, ou não quiseram perceber, que o inquérito era o ovo da serpente — e continuaram a apoiá-lo, como se a censura à revista fosse desvio, quando na verdade o próprio inquérito, aberto de ofício, conduzido sem a participação do Ministério Público, por um juiz nos papéis de vítima, investigador, acusador e julgador, não representasse uma excrescência que subverte o sistema acusatório.”

A censura à Crusoé nunca foi desvio de Alexandre de Moraes, como vem se verificando desde então. Foi somente a primeira demonstração do caráter autoritário de alguém que se coloca acima da Constituição, que não tem limites para perseguir adversários e que tem um instrumento feito sob medida para dar vazão à sua índole.

“Não é de se admirar, portanto, que, dotado de um instrumento que lhe confere tanto poder, o ministro se sinta livre para fazer o que lhe dá na veneta e nutra a certeza de que não tem de prestar satisfações a ninguém. Nem mesmo sobre as suas relações com Daniel Vorcaro, cujo Banco Master assinou um contrato de inacreditáveis R$ 129 milhões com a mulher advogada do ministro”.

Alexandre de Moraes é novamente alvo dos editorias dos jornalões, mas eles insistem em não reconhecer o erro de ter apoiado um inquérito que deveria ter sido combatido já no berço. Ainda usam apostos escusatórios, dizem que o inquérito cumpriu função fundamental para defender a democracia, mas que Alexandre de Moraes o desvirtuou e chegou a hora de encerrá-lo. O 8 de janeiro, condenável de todos os pontos de vista, só atolou os jornalões no equívoco.

“Não, senhores editorialistas, ele nunca deveria ter sido aberto. O inquérito nasceu torto, e nada que nasce torto endireita nada. Pelo contrário, entorta ainda mais. A democracia brasileira nunca precisou de excepcionalidades para enfrentar quaisquer adversários, isso sempre foi argumento ditatorial, e o inquérito famigerado foi que acabou fechando o Supremo como defensor intransigente da Constituição, tal como dito ontem aqui.”

 “As arbitrariedades são inerentes ao ministro e essenciais ao inquérito do qual é relator. A imprensa deveria reconhecer o imenso erro que cometeu ao apoiar essa estrovenga e fazer mea-culpa.”. Foto.   Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/imprensa-deveria-fazer-mea-culpa-do-apoio-ao-inquerito-do-fim-do-mundo#goog_rewarded

Fotos: Chatgpt e grock

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