*Sobre o “Tarifaço de Trump”, para queimar Trump, imprensa é injusta com o povo do Brasil. Não explica que eram os países, incluindo o Brasil, que aplicavam altas tarifas de importação dos produtos dos EUA, iviabilizando que produtos norte-americanos chegaram a outras praças. Vietnã chegou ao absurdo de tarifa de 70%. China 50%. Brasil, entre 40 a 70% dependendo do produto ou equipamento a vir dos EUA. Em média, antes de Trump, EUA cobrava entre 3,25% de tarifas do Brasil. Trump deu um basta nisso, deu tarifas iguais ou maiores a paísers e chamou líderes para a mesa de negocição. UE tentou gritar de Garnizé, depois voltou atrás, e foi negociar. Presidente Lula, em vez de sentar a mesa de negociação “aproveitou” a oportunidade para fazer política de engana trouxa e culpar os “Bolsonaros”. Imprensa deixou passar pois afinal vale de tudo para derrotar os Bolsonaros. Até hoje, graças a imprensa, muitos acreditam ainda no “Tarifaço de Trump” e que ele é “Malvado”, o “Imperialista”. Trump está lutando pelo interesse de seu pais, o que não acontece no Brasil.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta-feira que o elo com o banqueiro Daniel Vorcaro, derivado do financiamento do longa “Dark Horse”, tenha incluído uma “contrapartida” na sua atuação como parlamentar. A declaração ocorreu durante a quinta entrevista da série da TV Globo com os candidatos à Presidência da República, transmitidas ao vivo sempre após a exibição do Jornal Nacional.
Flávio voltou a afirmar que “não tem absolutamente nada de errado em um filho buscar financiamento para o filme do próprio pai”. Também argumentou que a “única relação” que tinha com o banqueiro era sobre o filme.








