FIM DO BRASIL - Primeiro Comando do Golpe: grupo formado nos presídios pode virar quinta facção - BRASIL FICOU DE FORA DO "CINTURÃO DAS AMÉRICAS" DEVIDO A POLITICAGM BARATA DE "SOBERANIA"
HOSPÍCIO

FIM DO BRASIL – Primeiro Comando do Golpe: grupo formado nos presídios pode virar quinta facção – BRASIL FICOU DE FORA DO “CINTURÃO DAS AMÉRICAS” DEVIDO A POLITICAGM BARATA DE “SOBERANIA”

 

 

 

 

 

 

*VEJA ANTES – Devido diplomacia de hostilidade aos EUA, Nrasil nem se quer foi convidado para esse histórico acordo de combate ao narco terrorismo. Preferiu politicagem com “Soberania”, que perdemods há tempos para facções e agora grupos para militares.

O termo “Cinturão das Américas” refere-se informalmente ao conjunto de países da América Latina que aderiram ao “Escudo das Américas” (oficialmente conhecido como Coalizão das Américas contra os Cartéis ou A3C). Essa iniciativa de cooperação militar e de segurança foi criada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o objetivo declarado de combater cartéis de drogas e o crime organizado transnacional por meio do uso de forças armadas e inteligência conjunta. 
Abaixo estão os pontos centrais sobre o funcionamento e o cenário geopolítico dessa coalizão:
O que é a Iniciativa?
  • Liderança dos EUA: Impulsionado pelo governo norte-americano, o bloco prevê o treinamento de tropas, compartilhamento de inteligência e até missões militares coordenadas (incluindo operações aéreas e terrestres).
  • Foco de Atuação: Combate ao narcotráfico, desmantelamento de redes de organizações criminosas e controle de fronteiras. 
  • Alinhamento Político: O termo “cinturão” ganhou força devido ao crescimento expressivo da aliança, impulsionado pela eleição de governos conservadores e de direita no continente, facilitando a convergência com a agenda de segurança de Washington. 
Adesão e Divisão Regional
A aliança, que começou menor, já se expandiu consideravelmente: 
  • Participantes (19 países): Conta com nações como Argentina, Equador, El Salvador, Paraguai, Panamá, Chile, Peru e Colômbia.
  • Fora da Coalizão: Brasil e México permanecem formalmente fora do bloco. O governo brasileiro, por exemplo, defende uma autonomia estratégica e foca no combate ao crime por vias de inteligência e polícia, criticando a militarização e ações que possam ferir a soberania das nações. (ChatGpt) – Goste ou não, Trump é um Presidente de Verdade. Já Brasil,…. é…do jeito que está….. economia falida….corrupção… STF político… presidente fanfarrão….difícil !

O sistema penitenciário do Rio pode estar diante do nascimento de uma nova facção criminosa. Uma dissidência do Povo de Israel (PVI) começou a se organizar dentro dos presídios fluminenses após a morte do chefe do PVI, Avelino Gonçalves Lima, de 54 anos, no ano passado.

A movimentação, que pode dar origem à quinta organização criminosa do estado, já provocou conflitos nas prisões, com relatos de incêndio em galeria, espancamentos e ameaças de morte. Para tentar impedir o avanço do novo grupo, batizado de Primeiro Comando do Golpe, a Secretaria estadual de Polícia Penal (Seppen) mobilizou o setor de inteligência da pasta para identificar os detentos envolvidos e aplicar medidas disciplinares e de segurança, como o isolamento.

A facção Povo de Israel nasceu dentro dos presídios e não possui territórios do lado de fora. O grupo é formado pelos chamados “neutros”, que não pertencem ao Comando Vermelho (CV), ao Terceiro Comando Puro (TCP) ou aos Amigos dos Amigos (ADA), e, em geral, também não são aceitos por essas facções por serem acusados de crimes como estupro e estelionato.

Conflitos nas unidades

 

Embora a principal fonte de renda do grupo venha de golpes aplicados por telefone, o PVI também comercializa drogas dentro das unidades penitenciárias. No início deste mês, a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) prendeu um policial penal suspeito de facilitar a entrada de celulares e entorpecentes para integrantes do grupo.

O relato sobre os conflitos gerados pela dissidência do PVI apareceu em documentos oficiais do governo do estado a partir de uma vistoria realizada pelo Conselho Penitenciário do Estado do Rio (Cperj) no Presídio Evaristo de Moraes, conhecido como Galpão da Quinta, em São Cristóvão. Uma equipe da entidade esteve na unidade em julho deste ano, para avaliar as condições do presídio, incluindo estrutura, lotação, convivência entre os presos e condições de trabalho dos servidores.

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