PCC CV TRUMP LULA E FLÁVIO FOTO REPRODUÇÃO VIA G1
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A MALDADE – Autoridades brasileiras se perguntam: E as milícias, Flávio? – FLÁVIO NÃO É GOVERNO, MAS O DO RIO E DE LULA O SÃO E PORQUE NÃO AS COMBATEM DEVOLVENDO A ” TAL SOBERANIA” AOS ATINGIDOS?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • O Judiciário é quem deve respostas pela soltura de megatrocantes e devolução até de bens apreendidos. Gerson Palermo (FOTO ACIMA), conhecido como “Pigmeu”, só um dos pequenos exemplos, e apontado como uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi preso na Bolívia e enviado de volta ao Brasil em uma transferência feita pela Polícia Federal. Mesmo com todo seus histórico, foi solto por um desembargador. Nãi será surpresa se em poucos dias uma “bomba” ser joga sobre Flávio na questão da milícias para o desgastar perante opinião pública. Fiquem preparados. Se Flávio comprovado ser miliciano, que as autoridades o prendam. Mas sem sacanagens sem provas para queimar a sua imagem. 

Segundo a Coluna de Andrezza Mataoo, do Metrópoles: “A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de classificar o CV e o PCC como organizações terroristas levantou uma pergunta no Judiciário brasileiro: e as milícias?

Nas palavras de um ministro do Supremo, “faltou alguém na sala”.

A indagação alcança o senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro, que atribuiu a si parte do mérito pela iniciativa de Trump contra as duas maiores facções criminosas do país. Dois dias antes do anúncio, Flávio esteve com o presidente americano e afirmou ter tratado do assunto.

Não houve, porém, qualquer menção ao enfrentamento das milícias, cujas lideranças, como é de conhecimento público, já foram homenageadas pela família Bolsonaro.

Em 2005, quando era deputado estadual, Flávio concedeu uma homenagem ao ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como chefe de uma milícia no Rio de Janeiro. Adriano Magalhães da Nóbrega

A medida adotada por Trump causa apreensão no Judiciário porque, como em uma CPI, todos sabem como começa, mas ninguém é capaz de prever onde pode terminar. O governo brasileiro vê riscos à soberania nacional. Integrantes do Supremo compartilham dessa preocupação, embora evitem críticas mais contundentes para não se tornarem alvo de uma nova rodada de sanções nos moldes da Lei Magnitsky.

Na ocasião em que a legislação foi utilizada contra autoridades brasileiras, entre elas o ministro Alexandre de Moraes, Executivo, Legislativo e Judiciário chegaram a discutir uma “lei anti-embargo” como resposta. Como ocorre com frequência em Brasília, o ímpeto inicial arrefeceu, e nenhuma proposta destinada a proteger autoridades brasileiras e o sistema financeiro nacional de medidas internacionais avançou.

Uma das alternativas para blindar o país de eventuais ações do governo Trump pode surgir da retomada desse debate ou de uma decisão do ministro Flávio Dino que afasta a eficácia automática de normas estrangeiras em território nacional.

Em agosto de 2025, Dino suspendeu a eficácia, no Brasil, de decisões judiciais, leis, decretos e ordens executivas editados por Estados estrangeiros que não tenham sido incorporados ao ordenamento jurídico brasileiro ou aprovados pelos órgãos de soberania previstos na Constituição.”.

Foto:  reprodução de tela VIA g1. Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/autoridades-brasileiras-se-perguntam-e-as-milicias-flavio

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