O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), visita neste sábado (5/9) o ex-assessor Filipe Martins, que está preso na Cadeia Pública Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa (PR).
A agenda ocorre em meio à chuva na cidade e é acompanhada por apoiadores que estão do lado de fora da unidade prisional. A expectativa é de que a visita dure cerca de uma hora e meia.
Embora a assessoria de Flávio tenha classificado a agenda como estritamente pessoal e sem caráter eleitoral, o candidato está acompanhado de aliados políticos. A visita ainda está em andamento neste sábado e foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela execução da pena de Martins.
Também acompanham Flávio o advogado Jeffrey Chiquini, que defende o ex-assessor; o senador e candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro; o candidato ao Senado Filipe Barros; a prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt; os candidatos a deputado federal Ricardo Arruda e Rosângela Moro; e os candidatos a deputado estadual Ricardo Zampieri e Jessicão.
Advogado fala em “presos políticos”
O advogado de Martins, Jeffrey Chiquini, afirmou que a presença de Flávio representa um gesto de defesa dos condenados no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022 (sic).
Segundo ele, a defesa dos chamados “presos políticos” será uma das prioridades de Flávio Bolsonaro caso ele seja eleito presidente.
“Os presos políticos não estão esquecidos. É isso que representa isso hoje”, afirmou o advogado.
Para ele, a visita representa uma manifestação em defesa de pessoas que, em sua avaliação, foram submetidas a condenações injustas e a violações das garantias previstas na Constituição.
Chiquini também criticou a atuação do Estado no caso de Martins e afirmou que o ex-assessor é vítima de uma prisão ilegal. “Ele não é só um preso ilegal, ele está sequestrado por um Estado tirano”, declarou.
O advogado ainda citou o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que “o presidente Bolsonaro não está esquecido”, em referência ao processo que também resultou na condenação do ex-chefe do Executivo. Fotos : IA gemini e Pixabay.








