LERO-LERO – Brasil usa ‘princípio da reciprocidade’ para barrar assessor de Trump; IMPRENSA AJUDA A MANIPULAR OPINIÃO PÚBLICA, QUANDO, NA VERDADE,GOVERNO QUER SE ALIAR A CHINA E NEM ESCUTAR SOBRE CLASSIFICAR PCC E CV COMO GRUPO TERRORISTAS – ESSE É O JOGO
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LERO-LERO – Brasil usa ‘princípio da reciprocidade’ para barrar assessor de Trump; IMPRENSA AJUDA A MANIPULAR OPINIÃO PÚBLICA, QUANDO, NA VERDADE,GOVERNO QUER SE ALIAR A CHINA E NEM ESCUTAR SOBRE CLASSIFICAR PCC E CV COMO GRUPO TERRORISTAS – ESSE É O JOGO

 

 *MATÉRIA DO G1 E SEUS “ESPECIALISTAS”. Países da América latina e do Caribe estão se aliando aos EUA e se beneficiando com tecnologias e know hov de combate ao crime. Só o Paraguai recebeu 20 dos famosos Willys-Overland MB . Ganhou ainda uma instalação da CIA, a mais poderosa, junto com o MOSSAD, de Israel, agência de inteligência do mundo. Brasil ficando para trás com seus sérios problemas de violência. E nós, a mercê do crime organizado que já controla a mão de ferro e extrema violência grande parte do Brasil. Estados Unidos e Brasil são grandes irmãos de longa data. Foram os EUA o primeiro país e reconhecer nossa independência anti da  república. Lula e sua agenda anti-americana põe tudo a perder. Hora de eleger um presidente de verdade. Quando fala ao público, nunca sabemos se Lula está sobrio ou não. Pois sai cada besteira de sua boca. Misericórdia.

Darren Beattie pretendia visitar Jair Bolsonaro. Itamaraty fala em omissão de real motivo para visita, e Lula menciona ações dos EUA contra Alexandre Padilha. Especialistas explicam ao g1 conceito de ‘reciprocidade’ nas relações internacionais.

Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) usou o princípio de reciprocidade para revogar a concessão de visto de Darren Beattie, assessor do presidente dos EUA, Donald Trump, apontam especialistas em relações internacionais, que explicam o conceito ao g1 (leia mais abaixo).

A informação sobre a revogação foi divulgada nesta sexta-feira (13). O assessor, que atua em temas relacionados ao Brasil, viria ao país na próxima semana e pretendia visitar Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha.

O princípio da re

Em termos gerais, significa que direitos concedidos por um país a outro costumam ser acompanhados de obrigações equivalentes — evitando que apenas um dos lados se beneficie das regras.

Este princípio não é uma lei, mas uma prática comum nas relações internacionais. No caso de vistos e entrada de estrangeiros, por exemplo, países frequentemente adotam exigências semelhantes às impostas a seus próprios cidadãos no exterior.

“O princípio funciona no sentido de você poder devolver o que lhe foi aplicado. Ele pode ser usado em uma série de campos das relações internacionais”, explica Ana Carolina Marson, professora da Pós-Graduação em Política e Relações Internacionais da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Na prática, isso também pode se traduzir cobrança de taxas, prazos de permanência ou outras restrições de entrada adotadas como resposta a medidas semelhantes impostas pelo outro país.

Como ele foi usado pelo Brasil nesse caso?

A justificativa do governo para a revogação do visto é que Beattie teria omitido o real motivo da visita e planejado encontros de caráter político no país.

Beattie teria justificado a vinda ao país com uma participação em um evento sobre terras raras e minerais críticos em São Paulo, mas acabou planejando reuniões políticas.

Porém, antes da confirmação da revogação por parte do Itamaraty, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que Beattie só entrará no país quando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, puder entrar nos Estados Unidos.

“Aquele cara americano que disse que vinha para cá, para visitar o Jair Bolsonaro, ele foi proibido de visitar e eu o proibi de vir ao Brasil, enquanto não liberar os vistos do ministro da Saúde, que está bloqueado”, afirmou.

 

Em agosto do ano passado, os Estados Unidos cancelaram o visto da mulher e da filha, de 10 anos, de Alexandre Padilha. O visto do ministro não foi cancelado porque já estava vencido. (Leia mais aqui).

“Partindo do princípio de que todos os países são Estados soberanos, cada um deles tem autoridade para determinar suas regras sobre entrada de pessoas em seus territórios – sem haver preponderância de um sobre o outro, isto é, há igualdade jurídica entre os Estados”, diz André Araújo, professor da Pós-Graduação em Política e Relações Internacionais da FESPSP.

 

 

 

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