SAÚDE

VÍDEOS GUEDES -Ministro senta o pau e diz que seis bancos exploram 200 milhões de trouxas e poderiam ajudar a criar mais empregos; Bolsonaro diz que milhões já sentem como é viver na Venezuela e ES tem 1.607 pessoas curadas do novo coronavírus

No Espírito Santo, 1.607 pessoas estão curadas do novo coronavírus. (Continua).

 

 A informação é do Painel Covid-19, da Secretaria  de Estado da Saúde (Sesa), que teve a última atualização na tarde de ontem  (9).

 A cidade de Vitória, conforme o painel, é a que registra mais pacientes curados com 511 pessoas recuperadas. A Serra está em segundo lugar, com 322 pacientes e Vila Velha em terceiro com 183 recuperados.

 O Espírito Santo tem 4.412 casos confirmados da doença e 172 mortes. (Continua).

 

 

Guedes diz corretamente  que seis bancos exploram 200 milhões de trouxas

 Em videoconferência promovida pelo Itaú BBA, o ministro Paulo Guedes (Economia) criticou a concentração do sistema bancário do Brasil. Para ele, com reformas e ampliação de investimentos, a economia ficará mais competitiva.

 “Em vez de termos 200 milhões de trouxas sendo explorados por seis bancos, seis empreiteiras, seis empresas de cabotagem, seis distribuidoras de combustíveis; em vez de sermos isso, vai ser o contrário. Teremos centenas, milhares de empresas”, disse neste sábado (9).

  Após  a fala não politicamente correta , o ministro fez um esforço para explicar a afirmação. Guedes declarou que não foi uma recriminação a algum banco específico ou a uma determinada empreiteira.

 

  “Eu quando falo sempre que somos 200 milhões de trouxas com seis bancos, seis empreiteiras, seis isso, seis aquilo, eu quero muito mais enfatizar a importância da competição. […] Mercados pouco competitivos são menos convenientes para os consumidores”, afirmou.

 A crítica ao sistema bancário foi dita enquanto Guedes defendia reformas estruturantes no país para estimular investimentos e criar uma classe média empreendedora como forma de estimular a economia.

 Segundo ele, dessa forma, haveria inclusive maior valorização dos trabalhadores, já que a mão-de-obra seria menor.

‘Milhões já sentem como é viver na Venezuela’, diz Bolsonaro (Continua)

 

   “O chefe de família deve ficar em casa passando fome com sua família”, afirmou Bolsonaro. (Continua).

 

   O presidente da República, Jair Bolsonaro, compartilhou ontem  (9), um vídeo gravado recentemente no Maranhão.

“Documento e declaração de que vai trabalhar”, diz um agente da força de segurança ao adentrar em um ônibus, de acordo com o vídeo. (Continua).

  “Assim o povo está sendo tratado e governado pelo PCdoB/MA e situações semelhantes em mais estados”, escreveu Bolsonaro.

“O chefe de família deve ficar em casa passando fome com sua família. Milhões já sentem como é viver na Venezuela”, acrescentou o presidente.

  Através da mesma rede social, o governo do Maranhão, Flávio Dino (Foto abaixo), rebateu a publicação de Bolsonaro:

 “Bolsonaro inicia o domingo me agredindo e tentando sabotar medidas sanitárias determinadas pelo Judiciário e executadas pelo Governo. E finge estar preocupado com o desemprego.”

 

Flávio Dino recebeu R$ 400 mil para defender projeto que beneficiava Odebrecht, diz delator

 Governador disse ser inocente na época da publicação e que jamais atendeu aos interesses do grupo (Continua).

   O governador Flávio Dino (PCdoB) foi citado em delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht e, por isso, foi incluído na lista de pedidos de abertura de inquérito enviada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator da operação ‘Lava Jato’. (Continua).

  O ministro Edson Fachin encaminhou o pedido ao Superior Tribunal da Justiça (STJ). Segundo o delator José de Carvalho Filho, ex-funcionário da Odebrecht, em 2010, quando era deputado federal,      Flávio Dino pediu R$ 400 mil para defender na Câmara dos Deputados um projeto de lei que beneficiaria a construtora. (Continua).

  O projeto atribuiria segurança jurídica a investimentos do grupo Odebrecht. Num dos encontros, o então deputado também pediu ajuda para a sua campanha eleitoral ao Governo do Estado do Maranhão.

O então deputado federal, Flávio Dino, recebeu o total de R$ 400 mil, pagamento efetuado pela Odebrecht para a sua campanha ao Governo do Estado do Maranhão. A senha para receber o repasse foi entregue para o próprio parlamentar. A operação foi realizada pelo setor de operações estruturadas e registrada no sistema “Drousys”.

“Trata-se de petição instaurada com lastro no termo de depoimento do colaborador José de Carvalho Filho (Termo de Depoimento n. 2), o qual relata que, no ano de 2010, participou de reuniões com o então Deputado Federal Flávio Dino, tratando de questões acerca do Projeto de Lei 2.279/2007, o qual atribuiria segurança jurídica a investimentos do Grupo Odebrecht”

“Num desses encontros, teria lhe sido solicitada ajuda para campanha eleitoral ao governo do Estado do Maranhão, pagamento efetuado no total de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais). A senha para receber o repasse teria sido entregue à época ao próprio parlamentar, sendo a operação realizada pelo Setor de Operações Estruturadas e registrada no sistema “Drousys”.”

 O governador do Maranhão se defendeu nas redes sociais. Ele disse ser inocente e que jamais atendeu a qualquer interesse da Odebrecht.

“O justo propósito de investigar crimes muitas vezes atinge injustamente pessoas inocentes. É o meu caso. Tenho consciência absolutamente tranquila de jamais ter atendido qualquer interesse da Odebrecht, nos cargos que exerci nos 3 Poderes. Se um dia houver de fato investigação sobre meu nome, vão encontrar o de sempre: uma vida limpa e honrada. Tenho absoluta certeza de que a verdade vai prevalecer, separando-se o joio do trigo. Inevitável a indignação por ser citado de modo injusto sobre atos que jamais pratiquei. Mas infelizmente faz parte da atual conjuntura”, afirmou. ( G1 Maranhão  de 12/04/2017).

‘Hospitais estão sobrecarregados’, diz Ministério da Saúde (Continua)

   Cleusa Bernardo, secretária substituta de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, afirmou que os hospitais do Brasil “estão sobrecarregados com os atendimentos” de pacientes com coronavírus.

Durante entrevista técnica no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta sexta-feira (8), Cleusa declarou:

“Os hospitais estão sobrecarregados nos atendimentos. Os hospitais não têm tempo de preencher essas informações para nós. Nós estamos trabalhando com essas superintendências regionais para que a gente possa obter os dados. A partir da semana que vem, nós vamos divulgar um painel para que todos possam acompanhar o número de leitos.” (Continua).

 

  Ontem  (9), o governo Jair Bolsonaro divulgou os últimos números sobre a proliferação da pandemia no país. Já são mais de 10 mil mortes.

155.939 pessoas diagnosticadas com coronavírus;

83.627 pacientes em acompanhamento;

61.685 recuperados;

10.627 óbitos;

234 apresentam data do óbito nos últimos 3 dias

1.880 óbitos em investigação

Das 20 cidades com maior mortalidade e incidência de casos, 18 se concentram nas regiões Norte e Nordeste.  *Na imagem de capa vemos gloriosas profissionais da saúde usando saco de lixo como proteção. Alô governadores? Vamos equipar com EPIs nossos profissionais da Saúde, mas sem super faturamento nas compras. Fontes: G1, A Tribuna (ES), Renona Mídia e fotos redes sociais.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *