SAÚDE

GOSTARAM? – Capixaba poderá a voltar ter restrições por causa de Covid-19; máscaras no queixo, tapando só a boca ou sem, visita a parentes, amigos vindo a nossa casa e bares lotados. As consequências começam a aparecer. Brasil precisa fechar seus aeroportos de voos internacionais, urgente, para conter Segunda Onda

 Cidades que, atualmente, estão classificadas como risco baixo para transmissão do novo coronavírus podem passar para o grupo de risco moderado nas próximas semanas.

 O alerta foi feito pelo secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, durante pronunciamento na tarde desta quarta-feira (4), conforme divulgou  o Trubunaonline.

 Durante o pronunciamento, transmitido pelas redes sociais, o titular da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou que o governo vai ampliar o número de leitos disponíveis para tratamento de pacientes com a Covid-19 por conta do aumento na busca por internações de pessoas infectadas pelo vírus e com outras doenças respiratórias. Serão 120 leitos no total, levando em conta enfermaria e UTI.

 Fernandes informou que, caso a taxa de ocupação dos leitos de UTI para Covid-19 nos hospitais capixabas ultrapasse o índice de 50%, o mapa de gestão de risco, hoje, com 77 cidades no risco baixo, terá mais municípios no grupo moderado.

 “É possível que nas próximas semanas ocorra uma modificação no mapa de risco do Estado, onde alguns municípios, que hoje se encontram em risco baixo, podem voltar a ter risco moderado”, avisou o secretário.

 A consequência dessa mudança é a aplicação de medidas mais restritivas para reduzir a circulação de pessoas, como fechamento de comércios, conforme explica o titular da Sesa. “Entrando no risco moderado, voltaríamos a ter restrições de algumas atividades sociais e econômicas, em especial, no período noturno e no fim de semana”.

 

 A Matriz de Risco de Convivência considera no eixo de ameaça: o coeficiente de casos ativos por município dos últimos 28 dias, além da quantidade de testes realizados por grupo de mil habitantes e a média móvel de óbitos dos últimos 14 dias.

 Já o eixo de vulnerabilidade passa a considerar a taxa de ocupação de leitos potenciais de UTI exclusivos para tratamento da Covid-19, isto é, a disponibilidade máxima de leitos para tratamento da doença.

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