SAÚDE

ADMITIU – OMS admite que China escondeu dados brutos sobre origem do coronavírus; não se vê na mídia brasileira nada, mas nada mesmo, de críticas a China só ao Governo Federal como se fosse no Brasil que surgiu e criou o coronavírus com o claro objetivo de atingir a presidência

Em relatório apresentado nesta terça-feira (30), a Organização Mundial de Saúde (OMS) não descartou a hipótese de que um acidente de laboratório tenha espalhado o novo coronavírus. * Pelo andar da carruagem, comunista cria o vírus e chama os outros de “genocida”, o que é crime. “Corajosos” jornalistas de esquerda escondidos atrás de um teclado de PC já pediram até a morte do presidente e agora um golpe militar, mas são incapazes e covardes ao não criticar ministros militantes do STF que ameaçam a nossa democracia impondo uma ditadura. Ao contrário, parecem que são favoráveis aos mandos e desmandos dos ministros que criaram instabilidade política ao tornar Lula elegível. Nos trilhos, possivelmente, a soltura de todos os ladrões presos na Laja Jato e olhe lá se não pedirão indenização pelos anos na cadeia, que caso se concretize, serão pagos com nossos impostos. (Continua).

 De acordo com o diretor-geral do órgão, Tedros Adhanom, “todas as hipóteses permanecem na mesa”, demonstrando que pesquisa conduzida por investigadores que viajaram à Wuhan, na China, não confirmou a origem do Sars-Cov-2.

Segundo Tedros, o relatório levanta outras questões que precisarão ser abordadas em novos estudos. “A equipe visitou vários laboratórios em Wuhan e considerou a possibilidade de o vírus ter entrado na população humana como resultado de um incidente de laboratório. No entanto, não acredito que esta avaliação tenha sido extensa o suficiente. Mais dados e estudos serão necessários para chegar a conclusões mais robustas”, disse.

O diretor da OMS ainda relatou que os pesquisadores expressaram as dificuldades que encontraram para acessar os dados brutos sobre o início da pandemia.

“A equipe relata que o primeiro caso detectado teve início dos sintomas em 8 de dezembro de 2019. Mas, para entender os primeiros casos, os cientistas  deveriam ser beneficiados com o acesso total aos dados, incluindo amostras biológicas, pelo menos a partir de setembro de 2019”, pontuou. “Espero que futuros estudos colaborativos incluam um compartilhamento de dados mais oportuno e abrangente”, acrescentou Tedros.

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