SAÚDE

9 VÍDEOS – China começa a “Cantar de Galo” e ameaça Austrália e não demora muito vai também ameaçar Brasil; Bolsonaro dá proteção policial a Moro; Bolsonaro na mira das midias pré-quebradas e pré-falidas sem as gordas verbas publicitárias de outrora como sempre e outras notícias do dia de hoje

Pequim ameaça cortar exportações da Austrália após pedido de investigação sobre coronavírus (Continua).

 

   O regime comunista da China de 70 anos, que quer dominar o mundo, e lançou a arma biológica que destruiu países, empresas, causou milhares de mortes e trás sofrimentos as pessoas  fez ameaças veladas à Austrália, nesta segunda-feira (27), depois que o país pediu uma investigação sobre a origem da pandemia de coronavírus. Cheng Jingye, embaixador da China na Austrália, disse que o “público chinês” poderia passar a evitar produtos e universidades australianas. (Continua).

 

  Em uma entrevista ao jornal The Australian Financial Review, Cheng declarou: (Continua).

 

  “Talvez as pessoas comuns irão se perguntar: ‘Por que eu deveria beber vinho australiano? Comer bife australiano?”

 O diplomata disse ainda que os turistas podem reconsiderar visitas à Austrália:

  “Os pais dos estudantes também podem pensar.. se esse é o melhor lugar para mandar suas crianças.”

  Na última semana, o governo australiano pediu aos membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) que apoiem uma investigação independente sobre a origem do novo coronavírus. (Continua).

  Bolsonaro determina segurança a Moro por seis meses

  O presidente Jair Bolsonaro determinou ao GSI que mantenha a segurança de Sergio Moro por mais seis meses. (Continua).

 

  Há pouco, registramos que o deputado Capitão Augusto chegou a pedir ao STF proteção ao ex-ministro da Justiça.

Governo libera mais R$ 500 milhões para Ministério da Cidadania

  Jair Bolsonaro publicou nesta segunda-feira (27) uma medida provisória para liberar mais R$ 500 milhões para o Ministério da Cidadania.

  O recurso, arrecadação da Seguridade Social, será usado para ações de segurança alimentar e nutricional durante a pandemia do novo coronavírus.

  Na última sexta-feira (24), em outra MP, Bolsonaro liberou outros R$ 25,7 bilhõespara o Ministério da Cidadania.

Com medo de que STF derrube todas as sentenças  a Lula e que se volte contra ele próprio, Moro diz que seguirá defendendo aprovação da prisão em 2ª instância dando uma de “João sem braço”

   Sergio Moro, no Twitter, afirmou que, mesmo fora do governo, segue defendendo a prisão após condenação em segunda instância. (Continua).

 

 “Como cidadão, continuarei defendendo, como sempre fiz enquanto estive no governo, a aprovação de projetos anticorrupção, em especial a PEC ou o PL da execução em segunda instância”, escreveu o ex-ministro.

 “Claro que,no momento, a prioridade é combater a pandemia de Covid e seus efeitos, como o desemprego.”. Cuidado com Gilmar, Moro.

 Veja o texto publicado hoje (27) no msn, com conteúdo do Estado.

 * Agora, a meta é jogar Guedes contra Bolsonaro. Eles não desistem. Há beira da falência e sem as gordas verbas publicitárias, Folha, Estadão e os tradicionais sites e blogs sujos que apoiavam Lula e Dilma , jogam pesado na contra informação em cima do presidente. Essa é a  mais pura das verdades:

  ‘Homem que decide economia no Brasil é um só: chama-se Paulo Guedes’, diz Bolsonaro

  O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, 27, na saída do Palácio da Alvorada, que o “homem que decide a economia” no Brasil é o ministro da Economia, Paulo Guedes.

 “Acabei mais uma reunião aqui tratando de economia. E o homem que decide a economia no Brasil é um só: chama-se Paulo Guedes. Ele nos dá o norte, nos dá recomendações e o que nós realmente devemos seguir”, disse Bolsonaro.

 Ele deu a declaração ao sair de uma reunião com Guedes, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Netto. Os ministros estavam ao lado de Bolsonaro durante a fala.

 Como mostrou o jornal de esquerda  Estado, o ministro da Economia entrou em atrito com colegas na Esplanada e expôs sua contrariedade com o plano econômico anunciado na semana passada para o período pós-pandemia do coronavírus.

  Guedes chegou a escalar o presidente do BC para alertar que o Plano Pró-Brasil – que prevê o aumento de investimentos públicos em infraestrutura – atrapalha atuação do BC na condução da política de juros.

  Depois de Luiz Henrique Mandetta, demitido da Saúde, e de Moro, Guedes entrou no processo de “fritura” deflagrado por uma ala do governo por insistir no discurso de manutenção da sua política de ajuste fiscal.

   As especulações no mercado sobre uma possível saída de Guedes aumentaram após as demissões de Mandetta e de Moro terem sido motivadas pela interferência do presidente nas duas pastas. A pergunta que agora se faz no meio político é se Guedes vai aceitar uma ingerência de Bolsonaro em suas ações. Os dois ex-colegas de Esplanada não aceitaram.

 Apesar da pressão, o ministro tem dito a interlocutores que não há nenhuma intenção de deixar o cargo, mas também não pretende mudar sua política econômica de aumento dos investimentos via iniciativa privada.

“Tem que ser obrigatório”, diz diretor do Sírio-Libanês, sobre o uso de máscaras

  Paulo Chapchap, diretor-geral do Sírio-Libanês, disse, em entrevista a O Globo, que “a gente tem que se conformar” que a crise do novo coronavírus será longa e reforçou a importância da prevenção, principalmente do uso de máscaras.

 “Um dos nossos pilares de atuação, e talvez o mais importante, é o de informar. Se as pessoas não se conscientizarem da gravidade da pandemia e da responsabilidade que cada um tem de se proteger e aos outros, não há sistema de saúde do mundo que dê conta da sobrecarga. Estamos vendo a situação de calamidade onde não conseguimos fazer essa proteção. A prevenção é o melhor caminho.” (Continua).

 

  O médico afirmou estranhar que o uso de máscaras ainda não seja uma política nacional.

 Bolsonaro descarta ampliação do auxílio de R$ 600

  Na entrevista coletiva de hoje, ao deixar o Palácio da Alvorada, Jair Bolsonaro disse que o governo não pretende ampliar o auxílio emergencial de R$ 600 durante a pandemia da Covid-19.

  “Faltam poucas pessoas para serem pagas. Acho que hoje ou amanhã já começa a segunda parcela. São três parcelas de R$ 600. Não está prevista ampliação, até porque cada parcela está na casa um pouco acima de R$ 30 bilhões”, afirmou. (Continua).

 

  “Essas [outras categorias] aí, por enquanto, não está previsto isso daí. Se houver necessidade, se nos convencerem e se tiver recursos para tal, a gente estuda e defere ou não.”

 

Governo facilita acesso a crédito para empresas durante pandemia

O governo publicou nesta segunda-feira (27) uma medida provisória que libera empresas e pessoas físicas de uma série de obrigações para facilitar o acesso a créditos bancários e renegociação de contratos anteriores durante a pandemia do novo coronavírus.

 Entre as facilitações, a MP dispensa os bancos públicos de exigirem dos clientes a apresentações de certidões do pagamento de tributos federais, certificado de regularidade do FGTS e comprovante de quitação eleitoral.

 O Ministério da Economia não retirou a exigência de apresentação de certidões de quitação de dividas previdenciárias, porque as contribuições para a seguridade social estão previstas na Constituições.

 A suspensão das exigências vale até 30 de setembro. Técnicos do Ministério da Economia vão participar de entrevista coletiva, às 15h, para detalhar como a MP ajudará empresas durante a pandemia.

Compra de combustível de helicóptero põe gestão de Flávio Dino na mira da PGR – os comunistas não desistem nunca

  Um contrato fechado pelo governo de Flávio Dino, do PCdoB, no Maranhão, para a compra de combustível destinado ao abastecimento de um helicóptero motivou um pedido de abertura de inquérito pela PGR.

  A solicitação foi encaminhada na semana passada ao STJ pela subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo, diz O Globo. A investigação tramitará sob sigilo.

  Segundo a PGR, o governo maranhense fechou um contrato para a compra de 175 mil litros de combustível por ano para abastecer um helicóptero utilizado pela Secretaria de Segurança. Mas o consumo médio anual da aeronave, de acordo com os procuradores, seria de 144 mil litros.

A compra de combustível “extra”, de acordo com os investigadores, levaria a um prejuízo de R$ 267 mil aos cofres públicos.

  O governo do Maranhão negou qualquer irregularidade e alegou que Flávio Dino não pode ser responsabilizado pela assinatura de contratos da Secretaria de Segurança. (Continua).

 

  “A suposta denúncia carece de fundamento e é totalmente desprovida de seriedade. Se houver necessidade de esclarecimentos complementares, a Secretaria de Segurança Pública prestará no momento oportuno. O governo do Maranhão também esclarece, no que se refere ao foro no STJ, que obviamente não é o governador do Estado que pratica atos administrativos sobre a compra de combustíveis na Polícia Militar, tampouco é quem abastece veículos ou aeronaves. Logo, se existir algum procedimento formal, certamente ele não pode se dirigir ao governador, pois seria um disparate jurídico”, diz a nota do governo.

Tedros, o comunista da OMS que escondeu informações rápidas ao mundo: “A pandemia está longe do fim”

   Na entrevista coletiva de hoje em Genebra, na Suíça, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que a entidade não espera que a pandemia de Covid-19 termine tão cedo.

  “A pandemia está longe do fim”, afirmou Tedros. Segundo ele, a OMS está especialmente preocupada neste momento “com as tendências de crescimento da propagação da doença na África, na Europa Oriental, na América Latina e em alguns países asiáticos”. (Continua).

 

   “Como em todos os lugares, há subnotificação de casos e mortes em muitos países dessas regiões, principalmente por causa da baixa capacidade de realizar os testes.”

 Doria ataca “república dos amigos” e diz que interferir na PF é crime, mas está cheio de denúncias de supostas corrupção em compra de equipamentos em tempos de coronavírus

 João Doria, como tem se tornado habitual, começou a entrevista coletiva do governo de São Paulo atacando Jair Bolsonaro.

O tucano comentou a tentativa de interferência do presidente nos trabalhos da PF — o que levou à saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

“A PF deve ser respeitada. A PF é nacional. A PF do Brasil não é pessoal nem familiar”, disse o governador paulista. “Portanto, transmito aqui a minha solidariedade a todos os integrantes da PF, que ganharam respeitabilidade da população brasileira.”

  “O Brasil rejeitou a república dos companheiros. O mesmo Brasil rejeita a república dos amigos. Não devemos ser condescendentes nem com os companheiros nem com os amigos”, prosseguiu Doria.

 E ainda:

“Entendo que o presidente da República deve interagir com o povo, e não com o chefe da PF. (…) Interferir é crime.”

ATAQUES

 “Estou sentindo um clima de ‘salve-se quem puder’”

 Após as revelações de Sergio Moro, a oposição defende processo de impeachment de Jair Bolsonaro e vários pedidos de CPIs foram elaborados — assinaturas estão sendo colhidas.

 Mas há parlamentares muito mais preocupados com a pandemia do novo coronavírus.

 “Ninguém está respeitando o isolamento social. Estou sentindo um clima de ‘salve-se quem puder’. O Bolsonaro jogou o povo contra prefeitos e governadores e chegamos ao pior cenário: uma crise política sem precedentes em meio a uma pandemia politizada. Só Deus na causa”, disse a O Antagonistao deputado José Nelto, do Podemos de Goiás.

  O TROCO AO SITE  – O senador Plínio Valério, do PSDB do Amazonas, defende que o novo coronavírus deve ser “o inimigo comum” de todos neste momento.

“Acho o impeachment um instrumento democrático e válido, também enxergo fortes argumentos. Porém, neste momento de guerra contra o inimigo comum, avançar com um processo de impeachment seria apagar fogo com gasolina. O momento é de pensar e ajudar aqueles que, trancados em suas casas, assistem, sem nada poder fazer, suas vidas tomarem rumos opostos aos seus sonhos.”

 “Querem cortar o combustível do Posto Ipiranga”, diz Delfim

 Delfim Netto disse que Paulo Guedes está sendo fritado dentro do próprio governo.

“Ele está cumprindo seu papel, mas, na minha opinião, a situação dele, aparentemente, mudou muito. Como a gente costuma brincar aqui, acho que querem cortar o combustível do Posto Ipiranga”, afirmou Delfim, de 91 anos, ao Estadão.

 “O ministro tem ideia do Brasil grande, mas aquele power point apresentado pelos militares só traz desejos. Eles não estão entendendo as consequências da destruição das finanças que esse plano vai produzir. Minha convicção é que esse processo vai se desenrolar dolorosamente.”

 Perguntado sobre a hipótese de renúncia de Bolsonaro, defendida por FHC, Delfim afirmou:

 “Mesmo se fizesse isso, processos jurídicos já em pauta continuariam andando. E parece que vão atingir, de maneira muito grave, a família Bolsonaro, bem como industriais e comerciantes que financiaram todo esse projeto. Acho que não tem mais como voltar atrás. Se Bolsonaro ainda tem alguma esperança de que pode vencer, não vai renunciar.”

  Moro dizia que Bolsonaro “arrebentaria” a PF

 Sergio Moro “repetia a aliados que, se deixasse o governo, Jair Bolsonaro iria ‘arrebentar’ a PF”, diz Andréia Sadi, da  GloboNews.

 A escolha dos substitutos de Sergio Moro e Maurício Valeixo “foi tomada com base em consultas familiares e de advogados, como o advogado Frederick Wassef, que defende Flávio Bolsonaro na investigação envolvendo o esquema de rachadinhas”.

  “Não é o momento de grandes planos”

 Ilan Goldfajn, ex-presidente do BC no Governo de FHC e sócio do Itaú Unibanco, segundo o wikipédia,  em entrevista ao site de esquerda  Folha de S. Paulo, disse que “não é o momento de grandes planos, de obras públicas.

  Nós não tínhamos dinheiro há um mês para obras públicas, tanto que estávamos partindo para concessões, privatizações, e te garanto que, nesse último mês, o dinheiro ficou ainda mais escasso, porque estamos gastando milhões em áreas absolutamente necessárias.”

  Se o governo insistir no plano de obras, segundo ele, “tem que se endividar de alguma forma e vai amanhecer no dia seguinte, daqui a três meses, com uma dívida insustentável (…).

  Não há solução mágica. Não há dinheiro que aparece do nada. O que você gasta hoje em termos de recursos, do trabalho de alguém, da poupança de alguém, vai ter que sair no futuro de algum lugar (…).

 Significará que você, em função de uma crise grave, temporária, que pode ser circunscrita a este ano, comprometerá uma década inteira pela frente.”

Publicamente, Centrão nega negociação de cargos em órgãos federais

 Publicamente, caciques do Centrão têm negado que estejam participando da negociação de cargos em órgãos federais como o FNDE, a Funasa, o Dnit, o Banco do Nordeste e a Codevasf.

  “Nós não ficamos com cargo nenhum. Pode ser que algum deputado nosso tenha cargos no estado, mas o partido não tem cargo nenhum. Não participamos, nem conversamos. Alguém espalhou, quis espalhar, mas nós não participamos de conversa nenhuma”, disse a O Antagonistao presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, denunciado em 2020 na Lava-Jato por  corrupção e lavagem de dinheiro.

  O deputado Fábio Faria, do PSD do Rio Grande do Norte, também negou que esteja articulando, em nome do partido, o controle do Ministério da Ciência e Tecnologia — a pasta foi chefiada pelo presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, no governo de Michel Temer.

  “Gostaria de informar que não sou articulador do governo e nem do meu partido”, escreveu Faria, nas redes sociais.

Joice aposta em Moro ministro de Mourão

 Além de pedir o impeachment de Jair Bolsonaro e afirmar que é hora de “deixar o Mourão trabalhar”, Joice Hasselmann usou o Twitter para fazer mais uma previsão.

 “Aposto – com quem quiser – que o primeiro ato de Hamilton Mourão como presidente da República (e espero que seja logo) será tentar trazer Sergio Moro de volta”, escreveu a deputada.

“Muitos foram injustiçados nesse governo, mas ninguém como Moro.” Fontes: O Antagonista, Renova Mídia, Terra, MSN. Imagens: Renova Mídia e redes sociais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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