meninos de seis anos morre afogado em linhares radar geral
Política

Menino de seis anos morre afogado em Linhares (ES)

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Todos os dias, 17 pessoas morrem afogadas – sendo que três delas são crianças – , de acordo com o Ministério da Saúde.

Uma criança de seis anos morreu afogada em Bananal do Sul em Linhares, a Capital do Interior Capixaba e há 124 km de Vitória. Segundo a PM, a Wislen Souza da Conceição juntamente com dois primos de 11 e 14 anos foram banhar-se numa pequena lagoa que surgiu após as últimas enchentes que atingiram a região.

 Assim que a PM chegou ao local o corpo da criança já havia sido retirado do local e levado para o interior de uma residência de familiares.

SAIBA MAIS – No Brasil, o quadro não é diferente. Em 2016, ano com os dados mais recentes, foram 913 óbitos por afogamento de crianças de até 14 anos de idade, segundo a ONG Criança Segura, citando números do Ministério da Saúde. Essa é a maior causa de morte acidental entre crianças na faixa de um a quatro anos, sendo a piscina o local onde a maioria dos incidentes ocorre, ainda conforme o ministério. Seja qual for o ambiente do afogamento, uma piscina, um rio ou uma represa, existem etapas para ajudar uma pessoa que está em apuros na água. O primeiro passo é a prevenção: crianças na água ou próximas a ela precisam ser supervisionadas o tempo todo, sem descanso – e bem de perto. O responsável deve sempre ficar a um braço de distância, mesmo na presença do guarda-vidas.

“Água no umbigo, sinal de perigo”. Mesmo nas piscinas infantis ou se a criança já sabe nadar, é preciso ficar atento. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), bastam 5 centímetros de água para um bebê se afogar na banheira, por exemplo. Em piscinas, verifique se existe ralo antissucção. Na praia, identifique onde está a corrente de retorno e não deixe a criança nadar nesse local. Na dúvida, fale com o salva-vidas.

Brincadeiras de prender a respiração embaixo da água devem ser permitidas apenas sob supervisão; deixar brinquedos dentro ou próximos à água pode servir de atrativo para as crianças. Boias não são equipamentos de segurança e podem facilitar um afogamento; prefira o colete salva-vidas.

boais devem ser evitadas em piscinas raargeral.com
Boais devem ser evitadas em piscinas 

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A segunda recomendação para prevenir emergências é a atenção: é preciso definir claramente quem está vigiando a criança na água, sem distrações como, por exemplo, celulares ou bate-papo. Diferentemente do que os filmes e a ficção podem dar a entender, o afogamento é um processo silencioso e é bom atentar para os sinais visíveis: cabelos caindo no rosto ou os braços muito imóveis podem ser sinais de alerta. “Uma pessoa que está se afogando não consegue respirar, muito menos gritar. Se ela levantar o braço, afunda naquele momento. O olho leigo enxerga uma pessoa brincando na água”, diz o especialista. “São inúmeros casos em que uma criança está morrendo e ninguém percebe o que está acontecendo”, diz Szpilman.

Em caso de emergência, o melhor caminho é chamar ajuda e ligar para o número de emergência 193. Dependendo da situação, outra recomendação é jogar à vítima uma boia ou outro objeto que flutue. É importante manter-se seguro, puxando a pessoa com um objeto, como, por exemplo, o cabo da peneira para piscina.

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