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Polícia

Roosevelt Agrizzi morre em Colatina; faria hoje (11) 53 anos

 Roosevel foi lançado num paredão de pedras após a motocicleta que ele conduzia ter batido no meio fio. Junto com ele estava sua esposa, mas ela já está em casa e não corre risco de morte.

  Morreu na manhã  de hoje Roosevelt Agrizze. Ele não resistiu os ferimentos causados por uma acidente de motocicleta quando ia para a posse de Jair Bolsonaro, no último dia primeiro. Mas o empresário e um grupo de amigos partiram de Linhares dois dias antes da posse. O empresário estava no Hospital Unimed e Colatina e vinha enfrentando bravamente sequelas causadas nos rins e principalmente na cabeça.

 O empresário, do ramo lojista e hoteleiro, deixa esposa e dois filhos. Seu corpo será velado na Capela Mortuário do Centro e se sepultamento  deverá acontecer no cemitério Nossa Senhora da Conceição, também no Centro. Há pouco mais de seis meses, o pai de Roosevelt, Waldemiro Agrizzi, um dos pioneiros da região, também faleceu.

SAIBA MAIS – A história da Família Agrizzi e bem comun entre as famílias italianas. Quando Pietro, Giuseppe e Antonio vieram para o Brasil deixaram lá na Itália Giovanni, o irmão mais novo, esses três irmãos formam para o Espírito Santo e lá eles acabaram se encontrando com a família Altoé. Após algum tempo o Giovanni veio para o Brasil, porém a imigração para o Espírito Santo estava proibida. O Giovanni acabou ficando em São Paulo onde foi trabalhar em fazendas de café como milhares de italianos. EM QUINZE ANOS  foram registradas em torno de meio milhão de mortes nos diversos tipos de acidentes de trânsito. Em 2010, o sistema do Ministério da Saúde para classificar as causas de óbitos no país contabilizou perto de 41 mil mortes no trânsito, com tendência a superar, já em 2015, o grande vilão da violência letal — os homicídios —, hoje na casa de 50 mil vítimas ao ano.

Desde 2009, os acidentes com motocicletas superaram em vítimas fatais os atropelamentos, passando a ser a principal causa das mortes no trânsito. As fatalidades sobre duas rodas aumentaram 846,5% entre 1996 e 2010. Predominantemente homens (89%), as principais vítimas são jovens (40% dos óbitos estão na faixa etária de 20 a 29 anos).

“No país, as motocicletas transformaram-se no ponto focal do crescimento da mortalidade nas vias públicas”, define o cientista Julio Jacobo Waiselfisz, do Instituto Sangari, na apresentação do abrangente Mapa da Violência 2012 — os novos padrões da violência homicida no Brasil, divulgado em abril. O estudo indica que a taxa de mortalidade por acidentes de moto cresceu de 4,8 por 100 mil habitantes para 5,7 por 100 mil habitantes entre 2008 e 2010.

As tendências da última década no trânsito brasileiro indicaram significativas quedas na mortalidade de pedestres, manutenção das taxas entre ocupantes de automóveis, leves incrementos nas mortes de ciclistas e expressíveis aumentos na letalidade entre motociclistas, informa a publicação. A quantidade de motocicletas nas ruas, aliada à falta de preparo dos condutores e ao desrespeito dos motoristas, faz os números de acidentes crescerem significativamente a cada ano.

 

 

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