Polícia

PM de Linhares (ES) intensifica blitz durante o verão

“Nunca é demais lembrar que o valor da multa por dirigir sobre influência de álcool é de R$ 2934,70 e 07 pontos na carteira, podendo o condutor ainda ser responsabilizado criminalmente”.

Com vistas à temporada de verão, a Seção de Trânsito do 12º Batalhão da Polícia Militar de Linhares, a Capital do Interior Capixaba,  vem realizando blitz nas rodovias estaduais de acesso aos balneários do município. Segundo a PM, o “objetivo principal é garantir a segurança da população durante os deslocamentos, por meio da intensificação das ações fiscalizatórias voltadas à prevenção de acidentes, principalmente aqueles causados pela combinação de ingestão de bebida alcoólica e direção”.

Durante a atuação, a PM já flagrou vários condutores que assumiram a direção após ingerir bebida alcoólica.  A PM chama à atenção para o fato de que, frequentemente, os acidentes causados por motoristas alcoolizados apresentam desfechos trágicos, muitas vezes com vítimas fatais”, diz uma nota divulgada a imprensa na manhã de hoje (29)..

“A questão da combinação entre álcool e direção é preocupante, principalmente sob o ponto de vista da imprudência. Por isso, a recomendação aos condutores é sempre respeitar a sinalização e o limite de velocidade, dirigindo de maneira cordial e responsável, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro”, completa.

Há 10 anos era sancionada a lei 11.705, mais conhecida como Lei Seca. Desde que foi aprovada, em 2008, a legislação fiocu menos tolerante com quem dirige e ingere álcool, impondo mudanças no comportamentos dos motoristas e ajudando a reduzir mortes no trânsito. Dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, indicam que houve uma redução em mais de 14% do número de mortes por acidentes de trânsito no país. Em 2008, quando a lei foi implementada, o SIM registrou 38.273 óbitos por essa causa. Em 2017, dados preliminares, já apontam a queda para 32.615 casos. Em quase 10 anos, a nova legislação evitou a morte de 40.700 pessoas e a invalidez permanente de outras 235 mil. Essa é a projeção feita pelo Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), órgão da Escola Nacional de Seguros.

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