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Polícia

É grave estado de saúde de empresário de Linhares que se acidentou

Roosivelt é de uma das famílias mais tradicionais de Linhares.

No acidente, Roosivelt e sua esposa foram lançados contra um rochedo.

É grave o estado de saúde do empresário do empresário Roosevelt Agrizzi que sofreu acidente quando em companhia de sua esposa Deneuza Cravo Agrizzi trafegava pela estrada que liga Linhares  a Colatina e perdeu o controle da direção de sua motocicleta. O casal seguia junto com um grupo de amigos de motocicleta em dieração a Brasília (DF) para a posse e Jair Bolsonaro (PSL). A viagem foi cancelada.

Ao perder a direção da motocicleta numa curva da via, o casal foi lançado contra um rochedo. Rooseltt, segundo uma enfermeira da unidade onde ele se encontra, teria batido com a cabeça e o rosto. “Somente depois de 72 horas é que a equipe médica poderá dar uma avaliação. Mas o caso dele é grave”, disse ela.  Deneuza recebeu uma panca no braço e está bem. Rossevelt é bastante conhecido e querido em Linhares, sendo de família tradicional na região,  e mantém negócios nos setores lojistas e hoteleiro.

SAIBA MAIS – A história da Família Agrizzi e bem comun entre as famílias italianas. Quando Pietro, Giuseppe e Antonio vieram para o Brasil deixaram lá na Itália Giovanni, o irmão mais novo, esses três irmãos formam para o Espírito Santo e lá eles acabaram se encontrando com a família Altoé. Após algum tempo o Giovanni veio para o Brasil, porém a imigração para o Espírito Santo estava proibida. O Giovanni acabou ficando em São Paulo onde foi trabalhar em fazendas de café como milhares de italianos. Motociclo ou motocicleta (também conhecida simplesmente por motoca, moto ou ainda mota), é um veículo de duas rodas e tracção traseira – salvo raras excepções – com um motor que propicia sua auto-locomoção capaz de desenvolver velocidade de cruzeiro com segurança e conforto. É um meio de transporte bastante utilizado devido ao mais baixo consumo de combustível e por ter um preço mais acessível que a maioria dos automóveis. Entretanto, há motos que consomem mais combustível do que muitos automóveis, variando, entre outros fatores, com a cilindrada do motor. Além de um meio de transporte, a motocicleta pode ser usada por áreas como desportos (Superbike, Motocross, Supermoto e Rali), lazer (Motoclube), utilitária (Motoboy) e como veículo militar. No século XIX, em 1820, o escocês Kirkpatrick McMillan obteve a tracção da roda traseira. Foi a partir dessa invenção que os ciclistas puderam movimentar-se sem colocar os pés no chão. Depois de muitos anos, em 1861, os franceses Pierre Michaux, um ferreiro, e seu filho Ernest Michaux, na época com apenas quatorze anos, construíram o velocípede, uma bicicleta com pedais (no formato da de McMillan) adaptados à roda dianteira, iniciando a produção para venda. Em 1866, Bin Chun chegou em Paris. O chinês, que já havia percorrido a Inglaterra e a Alemanha atrás de informações da bicicleta, levou suas anotações para casa e em apenas três décadas o veículo tornou-se a principal alternativa de transporte na China e na Índia. A partir disso, houve inovações como a do inglês James Starley. Batizada de Rover, essa bicicleta trazia rodas do mesmo diâmetro, chassi feito em tubos de aço, guiador integrado ao suporte da roda dianteira e os freios eram a tambor. Os pedais acoplados a uma engrenagem, movimentavam uma corrente de transmissão que gerava a força motriz da roda traseira. Quando a bicicleta passou a dispor de suas características principais um novo problema precisava ser solucionado: as rodas eram de madeira, ferro ou borracha maciça, comprometendo o conforto e a dirigibilidade. Essa restrição só foi superada em 1887, quando o veterinário escocês John Boyd Dunlop imaginou uma espécie de sobrerroda: um tubo de borracha oco, preso à roda por meio de uma tela de brim e enchido com uma bomba de ar. Nascia o pneu. Na França, os irmãos André e Édouard Michelin contribuíram para o rápido aperfeiçoamento dos pneus.

Um comentário em “É grave estado de saúde de empresário de Linhares que se acidentou”

  1. Que sub-lead pobre: “… de uma das famílias mais tradicionais de Linhares”. E? Redator, meu amigo, a sua intenção foi dar força ao material. Mas você, equivocadamente, fez da técnica jornalística uma ferramenta de exclusão. É querer fazer do personagem uma pessoa mais importante que o seu consumidor/leitor. O que não é. É triste demais o que aconteceu e a gente deve cruza os dedos para que tudo fique bem, mas o sobrenome não torna uma pessoa mais evidente do que outra. Isso só reforçou a cultura provinciana de Linhares: só importa quem pertence a uma das grandes famílias ou grupos da comuna.

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