Polícia

CONDENADO EMPRESÁRIO DE RIO BANANAL (ES) – a 28 anos de prisão pela morte do irmão e da cunhada; um vaqueiro foi baleado no pescoço na emboscada

 Por: Juliana Gomes 

 O empresário Norberto Zardo, o “Lemão Zardo”,  de Rio Bananal, no Norte do Estado, foi condenado pela justiça local a 28 anos de prisão.

 Ele foi condenado, segundo a acusação, de ser o mandante da morte do irmão Gilberto Zardo. Na ocasião,  Maria Luzia Toretta  Zardo – cunhada do empresário – também foi baleada e morreu em um hospital do município.

 Os crimes tiveram  grande repercussão na região onde a família Zardo e Toretta  são  bastante conhecidas e queridas pela comunidade.

 Um vaqueiro que estava  no local também foi baleado no pescoço, mas sobreviveu. Mas Gilberto, após ser baleado, foi socorrido e morreu três dias depois no Hospital Sílvio Avidos, em Colatina, no Noroeste Capixaba.

  A motivação dos crimes, segundo as investigações da polícia na época, foi banal e motivada por divisões de herança .

 Gilberto foi morto numa emboscada em sua propriedade na localidade de Santa Rita, interior de Rio Bananal.  Norberto foi considerado pela polícia como mandante e foi preso em sua casa, no Bairro Novo Horizonte (BNH), periferia de Linhares.

 Na época, o delegado Valter Emelino Barcelos relatou  a imprensa que policiais conversaram com Gilberto e ele contou que desconfiava que Norberto seria o mandante da emboscada. Norbeto cumpre a pena no Presídio Regional de Linhares. Outras três pessoas acusadas de participação nos crimes ainda aguardam por julgamento. (Continua).

 

 Durante as investigações, foi observado que Norberto mantinha contato com um mesmo número, um que foram feitas ligações no dia anterior do crime, no dia dos assassinatos e também no dia seguinte.

 Desta forma, a polícia chegou ao executor, Anderlúcio da Silva Santos, 26, que foi preso em Sooretama, há 22 KM de Linhares. ” Anderlúcio é um criminoso já conhecido da Polícia. Contra ele já havia um mandado de prisão pelo duplo homicídio de um casal de idosos, e  além desse caso, ele cometeu outro assassinato”, contou o delegado Barcelos na época. Tanto Norberto quanto Anderlúcio na época negaram os crimes.

 Anderlúcio,  foi reconhecido por testemunhas e, em sua residência, a polícia encontrou a moto usada no crime – uma CG 160 vermelha – a arma usada nos homicídios, além de R$ 11 mil, dinheiro  que seria parte do pagamento feito por Norberto para execução dos assassinatos, conforme apurou  o delegado na ocasião.  (Continua).

 

 

Anderlúcio

A reportagem tentou falar com o advogado de Norberto, Homero Mafra, mas até essa postagem não foi possível. O portal está aberto a Mafra caso ele queira se manifestar. Fotos: Redes sociais. Com informações de A Gazeta.

 

 

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