beliscão em criança de cinco anos em idade
Polícia

Caso de beliscão em criança de cinco anos em Linhares ainda repercute

Flávio Tintori, da Redação

Na última segunda-feira (18) uma mãe, moradora do bairro Santa Cruz em Linhares, Norte do Espírito Santo, procurou a 16° Delegacia Regional de Polícia para informar que sua filha, uma criança de 5 anos de idade, teria sido alvo de um beliscão na instituição de ensino municipal no qual ela estuda.

O fato teria ocorrido no turno matutino do mesmo dia.
No Boletim Unificado, a mãe relata que a criança chegou da escola e como de costume da mãe, quando estava dando bando na filha percebeu um vermelhidão no ombro direito e questionou o que havia acontecido?

No Boletim Unificado, conta que à criança teria falado que foi uma das servidores que a teria beliscado.
Após registrar o Boletim Unificado na delegacia, a mãe e a criança foram até o Conselho Tutelar regional II, onde foram atendidas por dois conselheiros, para os trâmites de praxe e aconselhamento. Do Conselho Tutelar a mãe e a criança retornaram até a delegacia porque quem registrou o Boletim Unificado, acho que não seria necessário encaminhar a criança ao IML para exames, mais a pedido do conselho tutelar, a mãe solicitou o encaminhamento para exame de corpo e delito, porém na delegacia foi informada que o sistema estava fora do ar, e por isso, não era possível emitir o pedido do exame.

Durante toda a Segunda-feira (18), tentamos falar por telefone com a servidora que teve seu nome envolvido no caso e até o final da matéria não haviamos conseguido contato direto.

Por volta das 23:00 h, após a matéria já ter ido ao ar do dia 18, uma amiga da servidora fez contato conosco, foi quando solicitamos a ela que se possível, pudesse pedir a servidora que entrasse em contato conosco, o que aconteceu somentd no dis (19) por volta das 7:59 h da manhã.

Em conversa com nossa redação, a servidora disse não conhecer a criança e nem a mãe, explicou também que a escola não tem escadas e sim uma rampa, e que os alunos do 1° ano não tem acesso a essa rampa.

A servidora disse que já havia procurado orientação com uma advogada que teria aconselhado ela a não nos conceder entrevista e que não era para nos passa detalhes do fato e que já estariam tomando às providencias necessárias.
Em um determinado momento da conversa, após já ter falado que não conhecia a mãe e nem a criança, a servidora disse que no ano 2017, havia acontecido um desintendimento dessa mãe com outra servidora, e até chegou a nos enviar fotos do BU onde costa o fato de que a mãe até teria ameaçado essa outra servidora, e que ao perceber e desavença das duas, disse que não aceitaria aquela atitude na escola dela. Ela disse que a mãe prometeu que se vigaria dela?
Ontem (19), encontramos a mãe que foi até a delegacia solicitar mais uma vez o exame de corpo e delito, e também encontramos a servidora acompanhada de seu esposo, mais uma vez perguntamos se ela queria falar conosco e explicar a sua versão e ela se recusou.
Ao ser dito a ela que tentamos falar com durantde por várias vezes no telefone da escola no mesmo dia, ela disse que o telefone9 está com defeito.

A funcionária falou que vai buscar todos os direitos dela, e que se a mãe tivesse algum bem para ser vendido, que ela estaria disposta a levar o fato a diante e se for ganha a causa por ela, está disposta a pedir ressarcimentos por causa dos danos causados a ela.

Para encerrar a servidora teria dito que teme em perde seu emprego, devido a grande repercurssão do fato.

Em contato com a Prefeitura de Linhares, a informação é que “a secretaria municipal de Educação irá apurar a denúncia.”

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