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VÍDEOS IMPRESSIONANTES – Até quando a babaquice de nos dividir vai continuar? negros e brancos são iguais, filhos do mesmo Criador: Candidatos negros poderão ter mais verba públicas nas próximas eleições

Uma consulta feita pela deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), que está em análise pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), pode viabilizar mais verbas para candidatos negros e negras. (Continua reportagem depois dos vídeos).

 Veja nos vídeos abaixo o que causou a divisão entre raças. Hoje, são os nossos irmãos negros que oprimem os brancos na África do Sul.

 

 

 

 

 

 

 

Em Ruanda, a imprensa, jogou uma etnia contra a outra. No ES tem um grande jornal na capital onde seus colunistas vivem jogando os nossos irmãos negros   contra nós, brancos, nos chamando  a todo instante de racistas e preconceituosos, além de machistas, como si ser machista fosse coisa do Demo. Mas se declarar feminista, pode. A Agenda Feminista não quer igualdade, quer ser maior que o homem. Um dia, liguei para o jornal de Vitória e pedi para falar com o editor (a) (Não vou falar nome). Reclamei e  o editor (a) me escutou atentamente por vários minutos e expus a ela (e), contando detalhes de fatos históricos, que o que eles estavam fazendo – jogando nossos irmãos negros contra nós, brancos –  é muito perigoso. Ela (e), meio que surpreendida (o), me  respondeu: “Mas não é essa a nossa intenção”, disse, muito educado (a). Eu lhe disse:”E é exatamente isso que vocês estão fazendo”.  Olha o que aconteceu em Ruanda abaixo, foi a principal e única rádio local quem incentivou, chamava uma etnia de “Os Ratos”. Se  a grande imprensa brasileira não  parar com isso, e os partidos de esquerda também, um dia, num futuro não muito distante, nossos irmãos negros poderão  querer se vingar de nós, os brancos, de nossos filhos, netos e bisnetos. A história comprova isso, e isso é muito perigoso. (Nem vou mostrar vídeos do que aconteceu  quando os nazistas jogou o povo alemão contra os judeus, o que aconteceu na Bósnia e outros países). Veja abaixo:

 

 

 

 

Continua matéria:

Os recursos públicos, que nas eleições deste ano somam R$ 2 bilhões, seriam divididos de acordo com o critério racial, obedecendo a proporção de candidatos negros e brancos de cada partido.

O objetivo da medida seria corrigir ‘distorções históricas’ e evitar que as siglas favoreçam políticos brancos.

No pedido, Benedita da Silva queria que o tribunal estabelecesse uma cota de 30% de candidaturas negras para cada partido. A medida, no entanto, foi rejeitada pelo relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso.

Barroso, no entanto, aceitou outros pedidos da consulta. O ministro determinou que a “fatia feminina” do Fundo Eleitoral e do tempo de rádio e TV sejam divididos entre candidatas negras e brancas na exata proporção das candidaturas apresentadas por cada partido. O mesmo critério deve ser adotado para homens negros e brancos. (Continua).

 

 

“A ordem constitucional não apenas rejeita todas as formas de preconceito e discriminação, mas também impõe ao Estado o dever de atuar positivamente no combate a esse tipo de desvio e na redução das desigualdades de fato. Há um dever de integração dos negros em espaços de poder, noção que é potencializada no caso dos parlamentos”, disse Barroso em seu voto, que foi acompanhado pelo ministro Edson Fachin. (Continua).

 

 

O julgamento foi iniciado na terça-feira (30), mas foi interrompido pelo pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes, que solicitou mais tempo para analisar o caso, o que faz com que a discussão fique suspensa por tempo indeterminado. Não é possível, portanto, saber se o entendimento a ser firmado já valerá para as eleições de novembro deste ano. A informação é do UOL.

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