Esportes

VÍDEOS – FLAMENGO – fatura R$ 25 milhões com jogo de ontem pelo Youtube, bate todos os recordes, e Globo desiste do carioca

 Flamengo bate recorde em transmissão esportiva no YouTube. MP de Bolsonaro deu liberatação aos clubes de futebol.  * 9  Vídeos que bombam nas redes sociais abaixo.

  A partida do Flamengo ultrapassou a marca de 2,2 milhões de espectadores simultâneos. (Continua).

 

 

 

A partida Flamengo x Boavista, ontem  (1º),  fez a Fla TV, canal do clube rubro-negro no YouTube, bater o recorde de audiência de transmissões esportivas do Brasil na plataforma de vídeos.

 Segundo o ex-deputado Roberto Jefferson, o Flamengo faturou   cerca de R$ 25 milhões e a operadora  R% 15 milhões. Houve 14 milhões de viewes e 2,2 milhões de acessos simultâneos. “Enquanto os bobocas da Gaviões se alugam aos Antifas, o Mengão falta alto. O povo não é bobo”, acentuou ele. (Continua).

 

 

 Com a transmissão em todas as plataformas digitais, o jogo ultrapassou Internacional x Grêmio pela Copa Libertadores, transmitido pelo Facebook em março deste ano.

A partida pela última rodada da Taça Rio ultrapassou a marca de 2,2 milhões de espectadores simultâneos por volta das 22h15. O recorde antigo era de 2,1 milhões. (Continua).

 

 

A transmissão na Fla TV ocorreu após a Medida Provisória 984, assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, que dá ao time mandante o direito de veiculação de um jogo. (Continua).

 

 

A Globo tentou liminar para impedir a transmissão pelo YouTube, mas não obteve sucesso da Justiça. (Continua).

 

 

Humilhada pelo Flamengo, Globo desiste do Carioca.

A emissora não transmitirá mais jogos do estadual. Pagará os clubes. E decidiu que não quer mostrar mais os próximos Cariocas. O império caiu

A Globo anunciou oficialmente que rescindiu unilateralmente o contrato com o Campeonato Carioca de 2020. Não passará por mais vexames. (Continua).

 

 

Com chance enorme do derradeiro: ter 11 clubes sob contrato e não poder transmitir a final, já que não tem acordo com o Flamengo.

 A Globo, para evitar processos, vai pagar o total combinado com os clubes e com a Ferj. Mas não mostrará mais partida alguma.

 Seu grupo jurídico, quer também rescindir o contrato dos próximos quatro torneios estaduais cariocas.

Largar de vez o torneio.

A Globo acusa a neutralidade da Ferj, como o blog havia anticipado, de responsável pela rescisão.

No entender da cúpula da emissora, o presidente Rubens Lopes não defendeu a parceira ‘de décadas’ no conflito criado pela Medida Provisória 948. (Continua).

 

Medida Provisória 948 de Bolsonaro  foi fundamental para o Flamengo. 

 

A derrota na justiça e a transmissão da partida do Flamengo contra o Boavista, pela FlaTV, quebrando recorde mundial no Youtube, foram as gotas d’água.

Como o blog mostrou, a emissora já estava desiludida em relação ao torneio carioca, cada vez mais fraco.

E, depois de humilhada, decidiu agir.

“A Globo anunciou hoje que não vai mais transmitir o Campeonato Carioca. A emissora rescindiu o contrato que mantinha com a Federação de Futebol do Rio de Janeiro e com os Clubes, mas manterá os pagamentos desta temporada. (Continua).

 

 

No entendimento da Globo, o contrato foi violado ontem, quando a FlaTV exibiu ao vivo a partida entre Flamengo e Boavista. De acordo com o contrato, a Globo tinha exclusividade na transmissão dos jogos do Campeonato Carioca. A Federação e onze Clubes assinaram o compromisso. (Continua).

 

 

A exceção foi o Flamengo. Na ocasião da assinatura e por várias temporadas em que o contrato foi cumprido, a legislação brasileira previa que, para a transmissão de qualquer partida, era necessária a obtenção de direitos dos dois Clubes envolvidos. Legalmente, ninguém poderia transmitir os jogos do Flamengo no Carioca e só a Globo poderia transmitir os demais. (Continua).

 

 

No dia 18 de junho, a Presidência da República editou a Medida Provisória 984, passando ao mandante dos jogos os direitos de transmissão. O Flamengo se baseou nessa MP para transmitir a sua partida ontem no Maracanã. A Globo entende que a Medida Provisória não poderia alterar um contrato celebrado antes de sua edição e protegido pela Constituição.

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