balança movel em João Neiva
Economia

Balanças móveis de João Neiva e Colatina desativadas temporariamente

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A de Colatina foi na segunda-feira (13).

  As balanças de João Neiva e Colatina foram desativadas por apresentarem, segundo o IMPEM-ES,  diferenças máximas acima do permitido pelo INMETRO e estavam gerando reclamações do sindicato do setor de transporte de rochas do Estado e das transportadoras. Segundo o Sindrochas, há meses o sindicato recebe reclamações de que o peso apresentado nas balanças móveis eram diferentes dos mostrados nas balanças fixas. Não há previsões de quando voltarão a funcionar.

CÂMARA – A balança em João Neiva, na BR 259, vem gerando preocupações dos dirigentes políticos locais  e o assunto foi pauta na sessão de ontem (15) na Câmara de Vereadores . É que para fugirem da fiscalização, os caminhões de granito com excesso de peso estavam entrando por Acioli seguindo até Demétrio Ribeiro, passando, em seguida, pelo Centro da cidade para alcançar a BR 101. “Presenciamos 17 caminhões de uma única vez passando por Acioli, isso vai destruir a nova estrada Caminho do Campo. E quando as obras de revitalização de João Neiva ficarem prontas também poderá ser destruída”, acredita o vereador Mário Reali.

 “O Executivo, junto com o Legislativo, devem aproveitar a oportunidade  para que a balança seja transferida para outro local. E há empregos gerados com sua instalação que devem ser preservados”,disse o vereador Kaká. Mesma opinião tem o vereador Ranan Pattuzo. “Momento de união entre nós para que a balança seja transferida para outro local”, disse.

 “Acredito que, onde ela está instalada hoje, não seja o local ideal pois oferece ao motoristas infrator a oportunidade de desviar a fiscalização passando por estradas que não comportem o excesso de peso, o que tem gerado outro problema em nosso município. Quanto a balanças desajustadas, cabe ao motorista que foi lesado entrar na justiça para o cancelamento das multas que foram emitidas”, acentuou o vereador Júnior Deambrósio.

O vice prefeito de João Neiva Geraldo Barcelos lembrou que “a hora é essa, de união. Mas nada contra caminhoneiros, mas sim contra  o excesso que eles carregam e que vai destruir a estrada Caminhos do Campo, que foi feita para o agroturismo e o escoamento de nossa produção”, lembrou.

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