Rafael Oliveira Braga é apontado por investigadores como exemplo da violência usada para impor monopólios de venda em áreas dominadas por milícias no Rio de Janeiro.
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SOBERANIA – Esquema da farinha: dono de padaria foi morto após se recusar a comprar produto imposto por milícia; ISSO SIM, É A SOBERANIA QUE LULA DEVERIA DEVOLVER AOS BRASILEIROS E NÃO DESVIAR O FOCO

 

 

 

 

 

*Se você ficar quieto e não cobrar de verdade de Lula, dos governadores e prefeitos, em breve, os faccionados chegarão até você. Sem leis rígidas, sem governo de verdade, eles só avançam. É o mundo deles. Nossas gloriosas polícias fazem o que pode, mas leis não ajudam. Presídios dominados por facções? El Salvador acabou com tudo isso. Nas prisões de El Salvador – CECOT – não se pode nem falar. Guardas ficam 24 horas ao dia frente as celas. Luzes não se apagam. Facções rivais ficam juntas. Quando se chega ao CECOT a “recepção” é 15 dias na solitária para ir se adaptando a regras super rógidas.

A recusa em comprar farinha de um fornecedor imposto por criminosos teria custado a vida de um comerciante na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, Rafael Oliveira Braga foi assassinado em março do ano passado após resistir às exigências de um esquema que obriga comerciantes a adquirir produtos de distribuidoras ligadas a grupos criminosos.

O caso é citado por investigadores como um dos exemplos mais graves da violência empregada para garantir o controle da venda de mercadorias em comunidades dominadas por milícias e facções. De acordo com a polícia, Rafael foi morto em frente à própria padaria depois de se negar a comprar farinha de trigo de empresas associadas ao esquema. Dois homens apontados como integrantes da milícia foram indiciados pelo crime.

Monopólio do crime

 

Rafael, mais uma vítima do nosso maior problema. El Salvador, um dos mais pobres do mundo, hoje, com presidente sério e de verdade, é um dos países mais seguros do mundo. Nas grades mais de 40 mil faccções que nunca mais sairão da prisão, sem visitas, sem correspondências, sem Sol, colchão, travesseiro. É uma escolha o crime. Entra quem quer. Entrou? Leis muito duras. Para sempre! 

O Fantástico mostrou detalhes sobre o avanço de um modelo de exploração econômica que, segundo comerciantes e autoridades, transformou produtos básicos em fonte de arrecadação para grupos criminosos. Proprietários de padarias relatam que deixaram de ter liberdade para escolher fornecedores e passaram a ser obrigados a comprar farinha de distribuidoras determinadas pelos criminosos.

Segundo relatos obtidos durante a investigação, a imposição não se limita à escolha do fornecedor. Comerciantes afirmam que recebem quantidades maiores do que as solicitadas e são obrigados a ficar com a mercadoria. Quem tenta descumprir as regras pode sofrer ameaças e retaliações.

A exploração da farinha tem impacto direto em um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros: o pão francês. Donos de estabelecimentos afirmam que passaram a pagar mais caro por produtos de qualidade inferior, o que acaba sendo repassado ao consumidor final.

 

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou no sábado (25) um cerco militar e policial aos bairros de um distrito populoso no norte da capital, após reclamações da população sobre as atividades de grupos criminosos.

Bukele, presidente de El Salvador, exemplo para o mundo. O Herói da América Latina.

 

Para investigadores, o assassinato de Rafael expõe como a disputa pelo controle de mercados considerados legais se tornou uma importante fonte de receita para organizações criminosas. Além da farinha, as investigações apontam a atuação de grupos criminosos na comercialização de frango assado, água, gás, hortifrúti e outros produtos essenciais.

O caso também evidencia o clima de medo enfrentado por comerciantes dessas regiões. Muitos evitam denunciar o esquema por receio de represálias e afirmam que, na prática, perderam a liberdade de decidir de quem comprar e o que vender.

Para investigadores, o assassinato de Rafael expõe como a disputa pelo controle de mercados considerados legais se tornou uma importante fonte de receita para organizações criminosas. Além da farinha, as investigações apontam a atuação de grupos criminosos na comercialização de frango assado, água, gás, hortifrúti e outros produtos essenciais.

O caso também evidencia o clima de medo enfrentado por comerciantes dessas regiões. Muitos evitam denunciar o esquema por receio de represálias e afirmam que, na prática, perderam a liberdade de decidir de quem comprar e o que vender.

Prisões

Na última quarta-feira, a Polícia Civil cumpriu 14 mandados de busca e apreensão em endereços relacionados às empresas investigadas.

Em um dos depósitos, os agentes encontraram produtos fora da validade e prenderam um homem em flagrante. Em outro local, foram identificadas condições precárias de armazenamento, com alimentos próximos a fezes de animais.

As investigações apontam que o controle da venda de produtos gera uma importante fonte de renda para organizações criminosas. Segundo a polícia, os recursos abastecem o chamado caixa de guerra das facções e milícias, usado para compra de armas e manutenção do domínio territorial.

Enquanto isso, comerciantes relatam sensação de impotência diante das ameaças.

“Eu te confesso, eu perdi a vontade de trabalhar. Em breve, se Deus quiser, eu passo minha loja. Você trabalha para eles, vira funcionário deles”, afirmou uma das vítimas ouvidas pelo Fantástico.

 

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